domingo, 1 de julho de 2007

Sobre o que eu pensei hoje da minha escrita

E vida da volta, e sempre me vejo no mesmo lugar. Talvez dois passos a frente, já que eu não acredito que vamos pra trás.

Estava pensando em minhas fanfics, pensando no que poderia fazer para melhorá-las. Estava postando a pouco o imenso capítulo 2 de "Memórias de Raposa Noturna" e me divertido com a minha maldade de ter escrito sobre tanta violência e ciúme. Mas isso não respondeu a minha questão de quanto eu posso melhorar nos enredos, penso que talvez seja melhor terminar as histórias e continuar lendo mais.

Meu maior problema são as falhas de continuidade. Estou melhorando nisso, anotando acontecimetos, data e pessoas. Senão eu misturo tudo. Dizem que a Rowling faz muito isso, que os personagens de harry potter se matam pra aprender magias que sabiam do livro passado - e que poderiam servir naquela situação. (eu mesma não sei, eu nunca li os livros dela e a vontade de ler é zero).

O Samus me convidou pra escrever contos pro Atitude Alternativa. Eu comecei um, mas sou péssima em contos. Estou com medo de dar um final cretino e mediócre, ou de alongar mais do que o necessário - o que é o mais provável que aconteça. Vou colocar aqui o que eu já escrevi, mas aviso que eu gosto dessas coisas. Eu me inspirei numa menina que eu vi no ônibus quando voltava pra casa depois de ter dormido na casa do Samus (o dia do docemente bêbados).

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Era um daqueles dias que tudo parece mágico e perfeito, mesmo quando seu humor não está bom o suficiente para notar isso. A magia do dia se faz presente da mesma forma. Estava deprimida e Carlos, meu amigo de longa data, apareceu com a idéia de irmos dançar. Aceitei, tudo menos ficar em casa.

Fomos a boate que sempre vamos, onde conhecemos todos desde os seguranças até o dono do lugar, e a notamos cheia. Eram festas de aniversário e muitos convidados. Não me senti incomodada, aquelas pessoas estava felizes ali – ou ao menos pareciam. Ficamos próximos ao bar, sentados num balcão.

E não sei bem dizer o que foi, se eram as luzes coloridas, a batida constante da música, a bebida. Não sei. Simplesmente eu me sentia deslocada dali, perdida entre cores e sons. Tudo parecia engraçado e bonito. Estava rindo de algo que Carlos havia dito quando a vi.

Incrível! Tudo havia sumido a minha volta ou perdido o foco. A música soava lenta e embaralhada aos meus ouvidos. Tudo o que via era ela, preenchendo o espaço a minha volta com uma rapidez atordoante, dançando maravilhosamente na pista. Roupa curta e escura, colada nos seios altos, provocante com as pernas torneadas de fora, em cima de um salto fino. Pulseiras brilhantes adornavam os braços que se erguiam aos céus, enquanto seu corpo agitava-se ao som da música. Os cabelos cacheados voavam no ar, doces e macios, enquanto sua dona mexia a cabeça, seus olhos fechados, um sorriso nos lábios pintados.
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E é isso. Tenho que botar um final descente. Mas não estou inspirada pra isso. Sei lá o que acontece. Maldita mágoa... estou doida, como diria a Malu. Talvez escreva sobre isso, quando me sentir mais a vontade pra falar (pois como diria a Priss - a amargura nos deixa indiferente).


E tem vindo pessoas visitar o blog ^^
obrigada pessoal, eu não faço propaganda nem nada. É tudo largado, pra que eu me lembre de ler isso depois e ver quando eu avancei. Textos melhores depois ^^
Qintah mesmo está longe de mim agora, e eu sinto muito falta dele.

Um comentário:

F F Moniz disse...

Olá! Sou novo aqui no Blogger. Sou escritor e busco amigos que tenham interesse em literatura. Quando tiver um tempo, visita o meu blog (ffmoniz.blogspot.com), ok? Um grande abraço e parabéns pelo seu blog!