sábado, 31 de março de 2007

Outro Dia No Paraíso...

Oh, think twice
'Cause it's just another day for me in paradise
oh, think twice
'Cause it's just another day for you
You and me in paradise
- Another Day In Paradise - Phill Collins

E mais um dia no paraíso maravilho dos Copycat...

Esses dias estão sendo corridos. Outro caso de Copycat. E tenho eu que ir lá e dar meu parecer. Palhaçada que isso ainda aconteça, deu o que falar. Uma menina copiou a idéia e personagens de uma história da Julie - Why Don't You And I? - e achou que ia ficar por isso mesmo. Ainda bem que tenho amigas no ramo de fanfics que são afiadas pra essas coisas. Já não é o primeiro caso de Copycat, o que é lamentável.

Fiquei brava! Acho um abuso ainda acontecer isso. Será que as pessoas acham que ninguém vai notar nada? Que ninguém vai falar nada? Vão fazer vista grossa? Um absurdo mesmo. Marinex ficou puta, mas entendo ela... ela sofreu copycat - e eu senti que era comigo, é minha fanfic favorita "Better Together".

Bom, foi resolvido. E que fique claro que não vou permitir cópia e se eu puder falar algo, eu falo mesmo. Que absurdo!

E outra noite maravilhosa no paraíso do cursinho...

E daí eu convido o Samus pra ir ao cursinho, pois não temos professor de Geografia. E o Ricardo, coordenador, não aparece... Fiquei com mó cara lá. Tadinho do Samus, embora a Rose tenha achado bom ele sair de casa, foi até lá pra nada. Ao menos deu risada conosco e conheceu a Luana e o Vitor - meus colegas de cursinho. Pelo menos ele riu... Fiquei mó sem graça, ele foi até lá pra nada... que horror!

Duas aulas de química. Um saco as pessoas perguntam toda vez as mesmas coisas - quando ela está ditando. Poxa, não pode ser que ninguém saiba acompanhar quando ditem... Minha paciência dura pouco nesses casos. Tudo bem que eu ando meio sem paciência pra tudo...



Nha, nem tenho muito o que escrever. Eu já escrevi demais por hoje, em comunidades do orkut pra resolver esse problema de Copycat... já me estressei muito. Preciso de textos melhores pra por aqui, coisas felizes e intrigante ^^

quinta-feira, 29 de março de 2007

Estudos

Ontem teve aula de inglês. Eu sempre dou risada, porque fico imaginando a cara de descontente do Vitor. É simples de entender, o professor falou que só o cristão americano é bom, segundo ele "ele foi preparado pra isso". Desde então, o Vitor não se conforma - e eu também não, é só mais uma das coisas absurdas que eu escutei desde que iniciei as aulas. Mas... "cristão ou não" (outra frase ótima dele) ele pode falar o que quiser.

As vezes estou na aula e me sinto sendo evangelizada, devido a tantos "glória a deus", "ele é misericordioso" e blábláblá. Sem contar que o homem que deveria motivar a turma (descobri o que ele tanto ia fazer lá) ainda continua falando da Biblia e dos caminhos que levam a Jesus. Assim, eu não vou lá pra saber disso, eu vou lá pra estudar, se fosse pra estudar a biblia, eu iria num templo. O cara fica falando da biblia, de Jesus, de deus, do diabo, e na última vez que eu o ouvi, ele estava de adivinhações. Eu virei pra Rose e falei - que eu saiba, adivinhações e afins é coisa do diabo. Imagina a minha cara de feliz ¬¬. Juro, acho que eu sou cercada de evangelicos justamente pra aprender a perdoar meu irmão cristão em sua fé cega e ser mais paciente. Estou tentando, mas isso é difícil.

Fiz umas frases precárias de inglês - acho que depois coloco umas aqui - quero melhorar e ver onde eu erro. Liguei pra CrisCris e confirmei as frases. Entreguei pro professor corrigir, as demais pessoas da sala olharam torto "ele disse que era pra treinar e não pra entregar"... mimimi! A maioria de lá tem 17 e 18 anos, acabaram a escola agora ou ainda estão cursando e faz exatos 7 anos que eu sai da escola. Agora que me propus a isso, por que não? O professor achou bom, disse pra eu levar mais. Ainda mais eu que odeio inglês e sei que vou precisar aprender - inglês técnico, que delicia ¬¬ - e eu sei que não vou aprender nessas aulas, mas quero apenas corrigir os erros do inglês que tenho hoje. Nem falo nada de francês (mas pelo menos o Samus também quer fazer, daí não preciso ir sozinha e com estranhos). Dai eu pensei "problema não é meu, bando de desocupados, que não querem estudar".

Fora isso, estou estudando bem. A biblioteca está em reforma 4ever e não consigo ter acesso a livros pra estudar mais. Estudo aos domingos com o Fernando - quimica X_X - e estou estudando biologia - é texto, é mais fácil.

Falando do cursinho, agora faço parte da coordenação. Sei lá, eu gosto do cursinho e eu sei que posso ajudar. Além de trabalhar em equipe, aprender a ouvir e discutir idéias. Desde que eu entrei, fora a religião, eu estou me dando bem. Está valendo a pena. ^^

quarta-feira, 28 de março de 2007

Segredos

We are secrets to each other
Each one's life a novel
No-one else has read
Even joined in bonds of love
We're linked to one another
By such slender threads

We are planets to each other
Drifting in our orbits
To a brief eclipse
Each of us a world apart
Alone and yet together
Like two passing ships
- Entre Nous - Rush

Ah sempre penso em muitas coisas pra escrever, mas hoje eu achei uma ótima. Estava removendo as revistas velhas do consultório e achei uma Claúdia de Novembro de 2006 (tudo bem, não me perguntem porque ela ainda estava lá). Comecei a folhear, tentando entender porque ela estava tão conservada ainda sendo que tinha matérias muito boas. E lendo, achei duas ótimas...

A primeira que vou comentar agora, a outra sobre sexo, eu vou precisar de ajuda da Cris para isso. Talvez ela lembre e me ajude...

A matéria tratava de pessoas que escondiam amarguras e coisas assim, e fingiam que nada tinham. Brigas sérias, coisas de família. Algo que eu chamo de coisa grande. Era sobre pessoas que conseguiram superar as barreiras e se resolveram. Nem lendo parece fácil. Eu nunca achei que fosse, achar é piada, eu sei que não é fácil (namorado também sabe, mas ele não conta, ele é psicólogo o.o).

Parece que tem final feliz. Só resolver. Eu gostaria de pensar assim. Mas como diz a música do Barão Vermelho "todo mundo é parecido quando sente dor", então, alguns de nós escondem isso bem melhor do que os outros. Escondem de esconder mesmo. Não é simplesmente falar "tudo bem, está ali" é mais do que isso. Acho que estou falando de mim. Mas tudo bem, eu tenho minhas amarguras, elas ficam nas masmorras, as vezes eu escuto gemidos de lá, e ignoro. As vezes eu me aproximo pra ver se escuto mais alguma coisa, e saio correndo depois. Acontece.

Tinha um teste na revista. Sobre o quanto você guarda ou resolve seus problemas. Eu resolvi fazer a nível de curiosidade. Tinha alternativas simples, e com respostas na ponta da língua, uma vez que eu já tinha pensado em muitos daqueles assuntos. Deu 20 pontos... deu assim: "Você é capaz de grandes demonstrações de afeto, mas tende a jogar emoções difícieis para debaixo do tapete com medo de tanta intensidade. Para disfarçar esse temor, não raro adota uma atitude autoritária e até agressiva. Ou então banca a boazinha buscando agradar a todos. É importante aprender a revelar o que a incomoda. Experimente escrever para organizar as idéias. Depois, exponha seus sentimentos à pessoa que a ofendeu. Procure conversar e ouvir antes de acusar."

Comecei a rir. E olha que eu faço testes porque eu gosto. Eu gosto de responder testes. Dai eu reli a resposta e ri. Não que seja uma completa mentira, mas não diria que é a verdade da minha vida. Eu achei engraçado. Sempre me divirto com o resultado. Acertas em termos, mas ele nunca acertou completamente.

Difícil? Eu sou mesmo. Eu nunca escondi isso de ninguém, e alias, eu aviso sobre isso. Tanto como aviso que sou ranzinza (não mais que o Samus, ainda bem que ele não é ranzinza comigo... não é tããããooooo) e rabugenta (coisa de velho). Agressiva eu sou mesmo, independente de estar magoada ou não. Arrogante (lembrando da Priss), as vezes eu sou mesmo, mas só uma pessoa no mundo tem autorização pra falar sobre isso, o restante toma patada pra largar a mão de ser boca -aberta. Até aí, esse resultado não deu em nada. Boazinha? Raramente, não ganho nada pra isso... mas as vezes eu sou mesmo, eu me faço de rogada, de santa e me divirto. Aprendi com meu pai, péssimo hábito. No geral, eu sou uma boa pessoa, tenho pensamentos felizes e prósperos e espero sempre que o próximo seja feliz e tenha uma vida repleta de alegrias (eu faço mantras com isso, meu exercício de perdão, eu desejo o bem sempre). Quanto a demonstrar afeto, depende se me sinto bem e segura pra isso. Daí pode ser que aconteça, mas demora, e justamente por causa dessa demora, eu fico ainda mais ranzinza.

Agora algo que é fato mesmo é em relação a escrever, isso lá é uma verdade. Afinal, eu sempre disse que melhorava a partir do momento que eu escrevo e que eu leio depois. Tenho coisas escritas aqui, as vezes eu releio o que eu escrevi em momentos de grande tristeza, ou felicidade ou paixão. É importante que eu escreva, mas geralmente eu faço mesmo por diversão, escrevo pra mim coisas que somente eu poderia entender. No meu outro blog tinha a história do Corazón e do Solitário, eu os amo, eles servem somente a mim. O Icaro vivia brigando comigo porque não entendia a história ou achava que ela tinha outros significados, implicava principalmente com o Corazón, dizia que eu escrevia errado... "personagem é meu, escrevo do jeito que eu quero" e nunca mais houve uma palavra sobre o assunto. Sempre considerei fundamental escrever. Sempre tive correspondentes, mas de uns tempos pra cá, nem e-mail tenho escrito. A última carta decente (ah, 10 folhas maravilhosas) foi pra Priss, mas também, era uma fanfic e gostaria de ter visto a cara dela lendo a carta, a Deusa sabe que deve ter sido impagável. E agora tem o blog e meu pensamento solto, parece bom pra mim. Escrevo pro namorado também, mas isso é mais difícil do que eu penso que é.

"Procure conversar e ouvir antes de acusar". Esse ponto é legal. Tudo bem, eu vou com uma espada nas mãos mesmo quando eu vou falar com alguém. Descobri um prazer sinistro em certas coisas, parei de discutir. Hoje eu sou sutil e perigosa. Ninguém vem discutir nada comigo. É bom e é ruim, porque umas pessoas precisavam ouvir umas coisas pra largarem a mão de serem "zés", mas deixa pra lá. Eu não falo, a Vida explica exatamente o que ela precisa entender, tanto ela como a mim também, como a todos nós.

E é isso. Pra variar escrevi muito. Eu e meus posts enormes... sobre a outra matéria da revista, preciso mesmo falar com a CrisCris antes, ou então eu vou pensar a respeito. Eu achei muito legal.

segunda-feira, 26 de março de 2007

Mimimi...

There's a place I like to hide,
A doorway that I run through in the night
Relax child, you were there
But only didn't realise and you were scared.
It's a place where you will learn
To face your fears, retrace the years
And ride the whims of your mind.
- Silent Lucidity - Queensrÿche -

Fiquei de escrever nos demais dias, e não consegui. Toda a vez que pensava ter algo bom pra escrever, sentada na frente do pc e a idéia simplesmente já não valia mais a pena. Bem, acontece. Minha vontade de melhorar parece me abandonar, em algumas ocasiões, na qual eu me torno uma pessoa insuportável - pra mim. O fato de não escrever, colabora pra isso. Eu gostaria de poder escrever o que não sei ao certo se alguém entenderia - sim, eu subestimo as pessoas e desconfio delas (sempre dizem que estão entendendo, quando não é verdade. A verdade pode machucar, mas prefiro ela a gentileza que magoa - ah sim, depois de anos, eu finalmente consegui entender como uma gentileza poderia magoar.). E no instante seguinte, eu já não ligo mais pra isso.

Estou tentando localizar os pontos que realmente me irritam. E estou conseguindo algum progresso. Existe uma camada de orgulho que tenho que remover toda a vez, mas estou seguindo pelo caminho certo. Em outras palavras, que combinariam mais com a minha pessoa: "passei apenas 3 portas trancadas, quantas mais eu tranquei até a escadaria?". Eu vivo num castelo. As coisas que me irritam ficam nas torres, as que magoam, nas masmorras. Parece mais fácil entender as coisas assim, pelo menos eu entendo perfeitamente - e a maior interessada sou eu.

Em relação a isso, esse fim de semana foi bem peculiar. Voltei a conversar normalmente com o Paulo. Eu estava achando estranho mesmo o modo que eu o estava tratando, mas aquelas minhas impressões estranhas passaram e logo encontrei meu amigo ali. Eu tinha me recolhido a minha humildade orgulhosa e estava obervando. Nunca se sabe o que as pessoas podem dizer ou fazer né? E depois dele se mostrar tão irritante em alguns aspectos, notei que ainda respeitava muito a opinião dele e que eu gosto dele. Não havia mais motivos pra recear alguma coisa - embora eu não esteja totalmente confiante pra falar sobre isso, por razões que não vou explicar. Pelo menos no que me diz respeito, é um bom amigo. Ficou bravo porque o Gordon mastigou o presente que ele me deu, tudo bem, eu também fiquei, afinal não foi nada legal encontrar o fone no chão, partido em dois a dentadas. O Max consertou - ele é bom nisso, mas o microfone não funciona - e foi justamente por isso que o Paulo me deu o presente, pra conversar com ele. Pensei que ele não ia ligar tanto, afinal, só conversavamos quando jogavamos Ragnarok, e hoje ele não joga mais; mas dai ele ficou bravo, cogitando como poderia falar comigo se viessemos a fazer isso novamente. Me pareceu algo longe, dessas coisas de "um dia talvez quem sabe", mas pelo menos ainda podemos fazer isso. (ouvir a voz do Metta é a mesma coisa que lembrar da Cris chorando de rir por algo relacionado a rodoviária que até hoje eu não entendi, mas que ela passa mal de tanto rir)

Abri meu msn. Deletei alguns contatos - não falo com eles mesmo. Estou pensando em outros. Quero abrir meu msn e não ter que ficar lendo "mimimi" no nome dos outros. Assim que eu leio, eu apago da lista. Apago, não bloqueio. Vai que um dia tem assunto - eu duvido, na verdade tenho certeza que eu nem estava mais nos contatos dessa pessoa, mas realmente não faz a menor diferença.

Mimimi é algo legal. Estava assistindo "Cidade dos Anjos" ontem, e torrando a paciência do Samus (omg, ele disse que me achou no filme "O Aviador" - depois disso, eu tenho que assistir pra ver em que grau as pessoas enxergam minha "mania por limpeza") dai ele me disse algo muito bom. Eu comentava, que sempre me emocionava, porque em momento algum o Seth lamentou o que tinha feito e os momentos que ele havia passado com a Meggie. Daí o Samus -> "é pq tbm não ia adiantar nada ficar de mimimi pra Deus" e também tem essa ->"*voz fina*po Deus, vc matou ela, e eu me joguei, me machuquei todo e fiquei meia hora com ela mas... mi mi mi mi mi".
Essa foi uma das melhores definições dele sobre "mimimi" e olha que o Samus tem várias. Toda vez que encontro com ele, ele fala algo do tipo "nossa, como você suporta tanto mimimi?" ou "nossa estão de mimimi novamente?". Eu amo o Samus, eu me divirto muito com ele, ele sempre consegue um sorriso meu, mesmo com meus estados de fúria.

Pra me resolver com a minha irritação, pensei em ligar novamente o botão de "que eu tenho com isso?", o chamado indiferença. Eu já sou bastante indiferente por natureza, e havia pensado que dando um pouco mais de importância pras coisas, aprenderia alguma coisa. Acho que isso que mais me irrita - o fato de eu sempre estar esperando mais as pessoas, sendo que elas são simplesmente aquilo que fazem questão de ser. Então, eu admito que a razão da minha irritação é parte minha mesmo. Eu que dei importância demais a certas coisas, achando que iria aprender alguma coisa, e de fato aprendi - não perca tempo com esse tipo de coisa. Depois disso, pensei mesmo na perda de tempo que foi e notei que não tem muito o que ser feito. Eu sou mesmo indiferente, não tenho porque me esforçar pra tentar mudar isso - além de soar muito falso - pra quem me conhece. O Samus sempre falava da perca de tempo e até mesmo o Ewerton que eu nunca vejo, falou que era perca de tempo. Bem, no fundo foi mesmo.

Deve ser esse meu espírito velho. Ainda tenho esperança que as pessoas melhores. Esses dias estava na companhia do João Gilberto e ele falava que esse tipo de coisa não tinha solução mesmo. Me notei ali sonhadora, pensando que as pessoas sempre tem algo de bom, algo que realmente vale a pena. Pensei em muitas naquele momento e fiquei chateada, afinal, elas pareciam vazias, movidas por sentimentos mesquinhos. Então, eu pensei no que eu tinha com isso? As pessoas eram como tinham que ser, e ainda mais num país desses, eu queria demais. Percebi que me esforçava demais tentando acreditar nas pessoas, sendo que eu havia perdido a fé nelas há tanto tempo. Como poderia explicar isso sem soar rude? Na verdade, já está soando.

O julgamente meu existe nisso? Claro, como eu poderia saber se algo é bom pra mim, se eu não julgasse as coisas? Embora eu tenha uma visão peculiar das coisas, e eu procurei abrir minha mente e visão pra tantas coisas, eu sei que eu julgo mais a minha participação nesses últimos eventos do que a dos outros. Cada um por si, já diziam quando eu era pequena. Mas também, porque julgaria os outros? Deixem eles com suas coisas, e suas motivações - as únicas coisas que eu realmente julguei nisso tudo.

Os Deuses me guiam e sabem que eu tento ser melhor sempre. E então vejo que a única que se importa mesmo com esse tipo de coisa sou eu. As motivações das pessoas ou a falta delas, me deixa sem ter porque manter esses pensamentos esperançosos. Claro, se um acreditar já está bom, mas um acreditar contra quantos contra? Mas agora eu estou falando demais. No fundo é tudo a mesma coisa. Melhor eu cuidar da minha vida e concentrar toda a fé que perco com os outros em mim.

A razão pra escrever isso? A simples, assim que eu reler eu vou entender exatamente o que estou me programando pra fazer. Funciono por programação escrita, eu sempre escrevo o que eu devo fazer. hehehehe... vai entender isso... Espero post mais felizes e exercitando aqueles meus conhecimentos místicos e usando o meu dom em mim mesma.


Priss -> nha, isso que você escreveu daria uma bela carta... posso escrever?

terça-feira, 20 de março de 2007

Mabon

As vezes dá uns paus engraçados nesse blogger e cada postagem minha fica com uma fonte diferente. Eu juro que tento arrumar e só acaba piorando... que droga isso! Mas pelo menos o texto foi... é frustante ficar tentando consertar sem sucesso...

Mabon

O que me sustenta é o amor da Grande Mãe
O amor da Mãe

Sendo o que eu sou
Fazendo o que eu faço
Pensando o que eu penso
- música de Sabbath - O Que Me Sustenta -


Hoje é celebrado o sabbath Mabon (mêi-bon) - Equinócio de Outono. A nossa segunda colheita e época para reflexões e colher aquilo que plantamos, agradecendo pela abundância e pelas graças recebidas nesse período. Hoje também é inicio do Outono, estação das folhas secas e preparação pro inverno, uma estação amena que traz aquele ventinho gelado e dias ensolarados.

Agora um texto que não é meu, mas que explica bem o sabbath - já que sou nubi e não sei explicar corretamente:

"Nesse Sabbat a Deusa lamenta o seu consorte que está partindo para Outro Mundo, mas a mensagem de renascimento pode ser encontrada em cada semente colhida, que é o próprio Deus que se sacrifica para alimentar seu povo. É um tempo positivo para caminhar nas florestas, colher plantas e ervas mágicas para serem usadas no Altar.

Mabon é um período positivo para honrar os Ancestrais e o Espírito da Terra.

Os Deuses associados com Mabon são todos aqueles relacionados ao vinho e às colheitas. É dada muita ênfase à Deusa em seu aspecto de Mãe e muitas vezes Modron (a mãe de Mabon) é honrada.

Nesse período da Roda do Ano, duas lendas mitológicas são apropriadas: Mabon e Modron (celta) e a história de Perséfone (grega).

Mabon é um antigo Deus celta que simboliza os princípios masculinos da fertilidade. É o nome galês do Deus da mocidade, a Divina Criança, que os Druidas acreditavam estar dentro de todos nós. Ele é uma criança do Outro Mundo, nascida de pais terrestres, que desapareceu em sua terceira noite de vida.
Esse Sabbat é simbolizado pelo espiral duplo, um vai e outro que retorna, para nos lembrar que começamos a jornada pelo ponto mais escuro do ano e que a morte sempre é seguida pelo renascimento, da mesma maneira que o Inverno sempre é seguido pelo Verão. A Deusa está grávida do Deus que nascerá em Yule, a noite mais longa. Ela se prepara para dizer adeus ao Deus velho, mas sabe que a semente do Deus novo já está dentro dela, em seu ventre.

Os temas desse Sabbat são equilíbrio e ação de graças. É tempo de dar graças pelos frutos colhidos, e a Deusa é a Senhora de Abundancia cuja colheita nos sustentará pelos meses escuros do Inverno, assim como refletir sobre nós mesmos, sobre o equilíbrio da escuridão e da luz e se esforçar para manter o equilíbrio interno.

Também é hora de meditar sobre os projetos, a escolha das “sementes” (nossos sonhos) que serão plantadas no próximo ano, além de agradecer pelas realizações do ano que passou. Agora, entretanto, temos de deixar que coisas não mais significativas possam ir embora de nossa vida, pois isso é o que nos oculta e impede de alcançar aquilo que queremos, e observar que cada coisa tem seu tempo e sua estação e o Inverno se aproxima. "
(extraído de Universo Pagão Fórum)

Então é isso... sou bruxa solitária, mas não dedicada. Eu gostaria de pertencer a um coven, mas sempre escuto histórias de pessoas que foram se juntar a um e acabaram "sofrendo" algum tipo de coisa. Eu sempre lembro de uma história que o Icaro me contou, mas que não vou entrar em detalhes. Eu sei que esse tipo de coisa leva tempo e acima de tudo dedicação (1 ano e 1 dia, senão me engano, onde se estuda tudo sobre como cultuar e celebrar a Deusa e o Deus), e pretendo me dedicar a isso, assim que me organizar. Como sou solitária, não vou pertencer a nenhuma tradição Wiccan - por minha escolha, e celebrarei a Deusa conforme aprendi, observei e intui. (hehehe, isso é o que a Cat me falaria ^^)

Boa colheita a todos!

segunda-feira, 19 de março de 2007

Sou Velha?

Você que já esteve no céu
Foi tudo divertido pra você?
Chega a hora então de provar tudo que existe
Tire agora os sapatos jogue tudo pro alto sinta o chão
Aprender a andar descalço num mundo de asfalto e sem coração
Até que o mundo gire ao seu redor
- O Mundo - Capital Inicial -

"Nossa, quantos anos você tem?"

Acho que eu nunca me senti tão velha na minha vida como hoje! Uma simples pergunta e eu me senti com a idade que eu me dou... algo bem mais que 50. Era aula de literatura e o professor citou algo sobre bobos da corte, se alguém tinha visto em filme, livro (e eu ia citar que tinha lido num livro) ou visto numa novela da globo "Que Rei Sou Eu?". Dai ele então riu e disse "ah vocês são novos pra essa novela, mas alguém se lembra?" e eu disse "sim". Uê, eu me lembro mesmo! Não de tudo, mas eu lembro da história e de algumas cenas. Sempre lembro da personagem da Dercy Gonçalves chegando numa carruagem, abrindo as pernas e falando um monte de palavrões...

Pronto! A menina que estava sentada ao meu lado arregalou os olhos - NOSSA, quantos anos você tem?
- Eu? Bem... eu tenho...
- Nossa... achei que fosse nova, essa novela é velha, nem eu lembro dela!
E eu fiquei com cara de /wah => X___X

Tudo bem, as vezes eu acho que eu sou rabugenta demais, sou antipatica demais, séria demais pra minha idade... mas poxa, assim também não! Me senti um "antediluviano", pensando que estava ficando velha pra muitas coisas mesmo. Uma sensação estranha de estar ali, e tudo mais. Na verdade foi horrível, e fiquei pensando se não havia projetado mesmo essa imagem minha demais.

Dai quando estava voltando, comentei com o Vitor - um menino lá do cursinho, e ele falou que me dava 18 anos, no máximo 19. Eu até sorri, achei que ele foi prudente, em vista que tinha passado já a minha idade pra ele. Depois achei graça, ele tem 17 anos, parece novo demais. Me senti velha demais novamente. Tenho que parar com isso ¬¬"

Em vários momentos eu me senti velha demais, mais do que precisava. As vezes eu via que era a mais velha no lugar. As vezes eu sei que sou a mais velha no lugar, como aqui em casa. As vezes eu penso demais nisso. Não porque desejo ser mais velha, mas porque eu me sinto velha em algumas ocasiões, e olha que eu tenho uma lembrança que trabalha preguiçosamente... Dai então eu penso nessas ocasiões e quando eu converso com o Samus, parecemos dois velhos... Pode ser que sejamos mesmo, quem vai saber se não nós mesmos?

Engraçado que eu não noto as pessoas falando isso. É um pensamento esquisito mesmo, quem pensaria coisas assim? Por que pensaria coisas assim?

Deusa, devo estar velha mesmo... não paro de questionar as coisas.

Mas depois de ter escutado isso, pensei que poderia mudar. Afinal, eu posso ter um espírito velho, mas não há necessidade que o corpo haja assim também. E eu posso pensar em coisas pra melhorar isso. Depois dessa, eu realmente tenho que melhorar alguma coisa mesmo...


Ainda estou um pouco melancólica, e por essa razão, eu não vou divagar sobre isso... quem sabe depois?

Na minha lista, o blog do tiu Pack - ^^ que eu adoro

domingo, 18 de março de 2007

Coisas de Domingo

And I,
I would bring down the moon and the sun
To show much I care
- Don't Wanna Lose You Now - Backstreet Boys -

Na verdade eu não tenho muito o que escrever... Acho que é só pra escrever alguma coisa, uma vez que passei o dia todo falando virtualmente com o Samus e não teve o jogo de RPG. Tive a oportunidade de assistir dois documentários na Discovery sobre arqueologia. Isso só me deixou com mais certeza que eu deveria fazer parte desse tipo de coisa, ou ao menos ter acesso a esse tipo de coisa... embora eu esteja em constante vigilância com meus pensamentos (uma vez que voltei a fazer isso), não pude deixar de ficar triste.

Dizem que capricornianos são ambiciosos por natureza, e eu sei que eu sou, muitas vezes eu me vejo sendo. Até me surpreendo com a vontade que tenho pra certas coisas, e como me divirto com outras. Infelizmente, ao que parece, eu paro de ambicionar quando eu vejo meu desejo longe demais de minhas prioridades.

Mas tudo bem, eu sou uma pessoa lógica. Embora meu desejo nunca seja sufocado e ele somente é crescente, eu me propus a ir atrás dele. É, quem diria que eu iria fazer isso?! Nem eu mesma botava fé, aquele meu "lado sombrio" estava rindo, até eu provar que estava errado. Mas como esse mesmo lado que ria, se surpreendeu, ele ainda aconselhou - "muito bem então, um passo de cada vez e chegaremos lá". O que me faltava era mesmo um impulso de fazer isso. Nós sempre podemos ser melhores, se quisermos. Eu sabia disso, tive que ouvir de uma cliente da clínica isso novamente - e não tenho permissão dela pra postar o nome, mas fica minha gratidão por isso.

Ainda estou sob o efeito de minha desorganização, mas pretendo me resolver quanto a isso, ainda essa semana. Arrumar meus horários, estudar mais, ler mais (tenho livros do Isaac Asimov pra ler, e nem toquei neles ainda) e escrever. Lentamente, minha mente está fervendo com a continuação das minhas histórias, e até lembrei de algumas antigas e idéias que nunca levei adiante. Gostaria que essa minha raiva passasse de uma vez e que eu não estivesse tão aborrecida com os últimos eventos de minha vida - que não vou entrar em detalhes quanto a isso. Mas eu sempre fico assim, quando eu desperto, e é bom despertar. Eu estava metida em casa coisa, com meus próprios objetivos e tinha a expectativa de aprender alguma coisa (mas é como aquela comunidade do orkut -> quanto mais conheço as pessoas, mais gosto de animais), mas que nada... no final são sempre os mesmos objetivos que movem as pessoas: mesquinharia, picuinhas, coisas que não agregam em nada, e coisas assim. Então, quando minha raiva desse tipo de coisa chegar a um nível seguro, é que vou conseguir me organizar 100% em meus objetivos. O engraçado disso é que eu sei que não vou deixar de ter raiva disso, mas da próxima vez que tiver situações assim a minha frente, não vou perder o meu tempo.

Qual a importância de escrever isso? Pra quem lê isso, nenhuma... pra mim, muita, porque quando eu reler eu vou me lembrar disso com exatidão. Bem, deixa isso pra lá... por enquanto, quando houver oportunidade, eu venho metaforizar sobre isso.

Nha... falei novamente coisas sem sentido... bem, não ligo pra isso. Sobre os documentários - um era sobre uma tumba que acharam no Vale dos Reis, a KV 63 (pra quem não sabe - KV = King's Valley, 63 é o número da tumba) e os achados arqueologicos dentro dela - a suposição que dentro do sarcófago poderia estar uma múmia, e no final não tinha nada além de relíquias de algum nobre - eles sugerem que era da mãe de Tuthankamon (ou rei Tuth que todo mundo conhece tb), a Rainha Kia.
Abaixo algumas fotos da Discovery e o site -> KV-63


E o outro era sobre o Sepulcro de Jesus, que sugeriam que uma tumba fosse da família de Jesus. O programa foi bem legal, mas totalmente direcionado aos fatos que os produtores queriam tomar como verdade. Não podemos dizer que eles não tentaram, mas um programa com impacto desses não poderia ser assim. Tinha dramatizações, sobre especulações, e quem ver aquele programa e for leigo, vai tomar aquilo como verdade. No final, o assunto apenas foi levantado, pode ser que seja a tumba da família de Jesus, mas nada foi provado. O programa foi produzido pelo James Camaron... ele gosta de coisa velha mesmo... hahaha primeiro o Titanic, depois o Bismark e agora Jesus?

sábado, 17 de março de 2007

Expresso Tiradentes E Eu...

Quê que eu tô fazendo aqui?
Nesse ponto de ônibus...
Essas pessoas paradas aqui
Nesse ponto de ônibus

Ainda que se o tempo não tivesse mudado,
Ainda se o ônibus tivesse parado,
E esse cara, aqui do meu lado,
Fica me olhando com cara de tarado

O motorista não foi nada educado
Passou na poça e me deixou encharcado
Parou a frente, super lotado
E o cobrador que nunca tem trocado...
- Ponto de Ônibus - Ultraje A Rigor

(foto ilustrativa, retirada do site do Estado de São Paulo -> direitos deles sobre a foto)

Éh, finalmente terminou! Depois de 10 anos de obras, inciadas com o senhor Celso Pitta, o famoso "Fura Fila" de São Paulo está com o primeiro trecho terminado e 800 milhões investidos nesse meio tempo. Eu trabalho perto de onde eram as obras e elas pareciam intermináveis. Sempre lembro da minha chefe reclamando que eles trabalhavam durante a noite nas obras, e sempre havia barulho.

Bem, pra mim, o Expresso Tiradentes é inútil, eu vou pouco ao centro e eu acredito que é apenas mais uma obra faraônica. O povo estava reclamando, dizendo que eles andam devagar e que há muito demora pra embarcar. Mas o povo sempre reclama, é a função dele. A minha única opinião a respeito da obra era que ela parecia "muito alta", porque o elevado por onde o ônibus anda é muito alto pra mim. Nem é uma reclamação... Eu penso que é muito alto, mas estava feliz que as obras estavam em andamento e por fim isso ficaria pronto. Eu sempre pensei que era uma coisa inútil e que ia desperdiçar dinheiro, mas foi com isso e com a promessa do Maluf (a famosa "Se o Pitta não for um bom prefeito, nunca mais votem em mim" - hoje o Maluf é presidente do PP e é deputado federal - "ele rouba mas faz"... nem falo nada...) que ele se elegeu.

Nem poderia reclamar do serviço. Mudaram os itinerários dos ônibus, algumas linhas se mesclaram, outras sumiram e outras se dividiram em duas (?). Bem, eu sei que está uma zona isso. Ao que parece - ah que novidade! - não houve distruibuição de informação e quando o Expresso Tiradentes entrou em funcionamento, tudo mudou de uma hora pra outra. Ao menos era o que todos falavam, e eu pego uma linha "Terminal Parque Dom Pedro II - Jardim Celeste" e eu não vi nenhum papel falando a respeito - pra falar a verdade, o número do ônibus mudou e eu só notei na segunda, dia 12 quando voltava do cursinho.

Prometi a Luciana (minha chefe) que iria testar o novo serviço - uma vez que vários pacientes estavam falando mal e tudo mais, e contaria a ela. E hoje foi o grande dia, fomos eu e o Max testar o Expresso. Não fica perto de casa e fomos andando até lá. Minha primeira impressão que
era muito grande... quase majestosa o Terminal Sacomã (a estrutura em azul da foto). Eu não tinha visto, admito que fiquei impressionada, realmente era muito alta. O Max ficou me zuando "'Serião' mesmo que você não tinha visto?".

Bem, o terminal é bonito. Eu o considerei bem futurista... Acredito que seja por causa das curvas suaves e da grande quantidade de ferro. Eu me senti em Blade Runner hehehehe. Bom, não é nada prático pra embarcar - só embarca com bilhete único, numa bilheteria que só tinha dois guichês abertos e que faz de tudo (compra de bilhete único, cadastro de bilhete único, cadastro pra bilhete de estudante e mais...), menos atender com eficiência e rapidez (isso aqui é São Paulo, aqui tempo sempre é dinheiro, e ninguém tem tempo pra perder em fila, embora poucos admitam que amem uma filinha). Ficamos eu e Max por aproximadamente 15 minutos numa fila pra comprar um cartão pra poder usar o serviço.

Quando conseguimos, subimos as escadas rolantes em direção a parte de embarque do tal Expresso. Eu estava ansiosa, queria ver se era mesmo como diziam e coisas assim... quando você escuta muita coisa sobre um assunto, quer saber mais a respeito. Pra minha surpresa, tinha uma fila única (bem, é lógico, só tem um ônibus, então só uma fila... não entendi o porque então de plataformas em cartazes e de sinais indicando o lugar do Expresso, se era pra outro lugar...) e ficamos lá esperando. Esperando porque ninguém queria embarcar e ficar em pé no ônibus... é um ônibus novo, articulado, 57 pessoas em pé e 34 sentadas. Frescura do povo, aquilo é meio de transporte e não passeio ><

Acomodados no ônibus, o Max na janela, começamos a observar a vista e os comentários das pessoas: reclamavam que ele anda muito devagar (40km/h) e coisas do tipo. Só não entendi o porque de ter uma campainha no ônibus, se ele para em todos as paradas... mas tudo bem. A viagem de 8,5km foi tranquila e sem maiores problemas. É um percurso curto e a pista só do ônibus, então, bem fácil.

Chegamos a nosso destino - Parada Mercado Municipal - e os Deuses sabem porque esse nome, sendo que para no Terminal Parque Dom Pedro II, mas tudo bem. Saimos da plataforma e seguimos o caminho, notando a diferença de limpeza a cada passo... ao chegarmos na rua, a passarela onde estavamos, já estava imunda, pedaços de alimentos, papéis, a sujeira normal do Centro de São Paulo.

Minha conclusão final do serviço - éh bom, tah limpo ainda e não tá depredado... entrou em operação, segunda passada (dia 12), nem deu tempo pra fazerem isso - o que é lamentável. O projeto final vai ter 31km, levando até a Cidades Tiradentes. Espero que fique bom, pra muitas pessoas do lado leste da cidade, vai ser ótimo, uma vez que trabalham no centro.

O que eu fui fazer lá? Ah, vender uns cds da Luciana e encontrar meu irmão mais velho -> Gpto, que estuda aos sábados lá na Fatec.

Quando eu tiver dinheiro
É, quando eu tiver dinheiro
Eu prometo a mim mesmo
Que eu só vou andar de táxi...


Minha lista de blogs cresceu! A Gabi (minha filhinha phopha do bRO) temum blog do clan de Rag dela, de outro servidor. E também tem o do Fabiano (adoro o Fabiano ^^), que por coincidência, começou essa semana também ^^


=> O Blog comeu parte do meu texto... será q está com fome?

Nhaaaa

Por algum motivo que desconheço, o blog comeu parte da minha antiga mensagem. Já mandei apagar e vou respostar novamente ><
Odeio quando essas coisas acontecem... e nesse meio tempo a minha lista ao lado, cresceu... adoro fanlisting.

sexta-feira, 16 de março de 2007

O Primeiro de Verdade

Time Stand Still - I'm not looking back
But I want to look around me now
See more of the people and the places that surrond me now
- Time Stand Still - Rush

Meu primeiro post de verdade. Com o layout pronto e todas as coisas ajeitadas, posso me dedicar aos textos - e olha que eu escrevo muito e não ligo pra isso.

Eu sempre começo meus blogs ou textos particulares com Time Stand Still, que além de ser uma música bem executada e ter uma letra fantástica, ela desperta a minha observação. Dias desses eu estava lembrando de um Qintah com o Samus e ele me disse que eu deveria voltar a observar com mais atenção. Éh, ouvindo essa música, eu penso nisso agora. Em algum momento eu abandonei a minha observação e pensei que sabia de tudo. Os Deuses perdoem as minhas falhas e me guiem novamente pra luz, pois não suporto viver em trevas e egos por tanto tempo.

Então, eu pretendo colocar aqui minhas observações e meus julgamentos, baseado naquilo que tenho como Verdade pra mim. Creio que não preciso dizer que a Verdade das pessoas pode ou não corresponder a sua Verdade - sempre tenha isso em mente e aprenda a ouvir o próximo. Eu aprendi muito sobre isso em algumas experiências de minha vida e não esqueço. Muitas coisas que estão acontecendo comigo atualmente se deve a falta de espaço e de consideração pra Verdade alheia; eu estou errada e as pessoas a minha volta também - mas não estou aqui pra julgar ninguém, não tenho competência pra isso e os Deuses me livrem desse tipo de pensamento.

Observando, você pode aprender como as relações humanas funcionam, como as pessoas agem em determinadas situações, o porque delas atacarem ou defender suas opiniões e coisas assim. Você pode aprender com a falha alheia e não repetir o erro quando uma situação parecida aparecer em sua vida.

Observar e pensar. Observar seus pensamentos. Observar a sua volta. Observar suas ações e o porque delas.

Eu sei disso tudo, mas simplesmente preferi a ignorância. Quando eu me abato com determinadas situações, eu tenho o desejo de ser ignorante. Deixo de fazer o que fazia, porque não posso suportar a dor que eu sinto. Mas a vida nem é toda de acertos, e eu vou mudar esse tipo de atitude em mim, que só foi notada com observação.

Resumindo... é observação! Sempre!


O porque de ter um blog é simples: porque eu preciso expor as coisas que eu penso. Eu poderia fazê-lo num diário, mas essas idéias minhas podem servir pra alguém, fazer alguém pensar. Não vou escrever nada particular aqui, que as pessoas que são realmente minhas amigas nunca tenham escutado de mim. No antigo blog, havia retorno das pessoas, elas haviam pensando naquilo que eu tinha escrito. Eu não tenho nem a mesma esperança que eu tinha pro antigo blog, bem, mas ele está no ar. Lê quem quer...


Estou chateada hoje e por isso as idéias podem parecer confusas. Eu fiz meu melhor nesse momento pra deixar tudo em ordem e pra não abandonar as minhas idéias por causa desse meu estado. Melhor eu escrever o que tinha em mente do que me sufocar com as idéias...

quinta-feira, 15 de março de 2007

Recomeçando...

Bem, eu já tinha um antigo blog, mas acabei perdendo porque ele estava salvo em um cd e este, quebrou. Mas tudo bem, nada como recomeçar. Eu lamento pela perda, porque eram mais de 3 anos de postagens e eu nem consigo me lembrar o tanto que eu escrevia.

Eu já estava com vontade de voltar com um blog, mas não sabia ao certo qual assunto abordar. Pensei bastante e amadureci minhas idéias. Agora já sei exatamente o que postar e de que forma postar - não significa que eu não vou modificar ao longo do tempo. Talvez tenha pouca coisa sobre mim, isso pode depender muito do dia em questão.

Quanto ao título, é curioso, eu não consigo pensar em idéia melhor pra me expressar. Acredito que todos que me conhecem já estejam acostumados com essa metafora do Feiticeiro. Nada melhor do que manter o título do blog. Quanto a isso, eu posso explicar um pouco mais conforme for postando. O título do blog na verdade é "A Filha do Feiticeiro no Jardim de Qintah". Eu não tenho pretensão de explicar o que é Qintah, basta que você saiba que ele existe e que eu e dois amigos, desenvolvemos ele com nossos pensamentos e sugestões. Qintah não é um deus ou algo assim... é difícil explicar, porque ele não deve ser questionado e sim, sentido. (Um beijo pros meus dois irmãozinhos mágicos - Samus e Sombra)

Vou fazer layouts bonitos e com coisas que eu gosto, e somente linkar os blogs que eu realmente leio -> Limão Expresso (da Priss) e o Depois Eu Faço (do Coca).

E é isso... a Filha do Feiticeiro está de volta e veremos se eu bato meu recorde de postagens. o/

Edit:

Pronto, com layout, links e fanlistin' - que eu amo ^^
Agora, só falta divulgar o blog hehehehehehe.