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terça-feira, 31 de março de 2015

Música e sonhos

Eu estava assistindo ao BandNews e passou essa reportagem sobre jovens de periferia que foram tocar nos Estados Unidos. A reportagem tem um pouco mais de 5min e mostra a alegria desses músicos da Orquestra Jovem de São Paulo e as dificuldades da garota da reportagem de ter conseguido se ser música.

Isso me lembra as diversas argumentações que ouvi em toda a minha vida que as pessoas pobres não tem condições ou capacidade de serem algo melhor do que a grande maioria da sociedade espera que eles sejam.

Sempre devemos confiar na capacidade das pessoas de piorarem ou de melhorarem. Afinal, já dizia meu onichan "as pessoas sempre podem se virar porque elas não são quadradas".


E sempre uma dádiva para mim ver esse tipo de reportagem quando eu estou tão desacreditada do mundo.



A reportagem segue no link abaixo.


http://bandnewstv.band.uol.com.br/noticias/conteudo.asp?ID=747189&tc=educacao-bolsistas-da-orquestra-jovem-de-sao-paulo-realizam-sonho-de-tocar-nos-estados-unidos

sábado, 12 de novembro de 2011

A Liga - Educação

Acabei de ver a A Liga sobre Educação. Eu gosto mesmo desse programa, assisto um e começo a ver outro...

Embora eles tenham tratado de diversos problemas, eu queria um pouco mais de profundidade. Mas o que foi mostrado foi bom.

Gostei bastante da parte do Thaíde (como era de se esperar *-*) que tratou de um estudante negro e pobre que quer entrar na USP em psicologia. Mostrou o lado dos estudantes que querem as cotas e porque. Bem legal esses estudantes defendendo e falando que a USP é elitista (ah vá?) e que não tem negros (jura? que coisa...).

Embora o problema não seja bem esse (e não descarto o problema, só não dou tanta importância). Como foi apontado, o problema é a educação de base, que não fornece o suficiente pros candidatos da escola pública conseguirem seu ingresso na faculdade.

Eu estudei em cursinho popular e via a dificuldades dos meus colegas. Já tinha deixado a escola há 10 anos e eles, que ainda cursavam, não faziam ideia do que os professores estavam falando.

Dentro do programa, nessa parte do Tháide, ele estava com um jovem que quer entrar na USP. Não vou dizer que não fiquei emocionada pelo esforço dele, eu acho que todo mundo tem que tentar, mesmo que falhe da primeira vez e na segunda. Espero que ele e outros, consigam realizar o sonho de estudar numa faculdade pública, afinal, é parte do nosso direito.

Na parte do Rafinha, ele estava acompanhando uma pessoa analfabeta. Uma senhora de 50 anos. É claro que eu sei o quanto não saber ler é prejudicial e tudo mais, mas a verdade é que nunca tinha parado pra me por no lugar dessas pessoas. É tão natural decodificar os signos e entendê-los, que é difícil se imaginar como uma pessoa que não consegue. Como apontado pela própria senhora e por uma outra que estava fazendo parte do programa de alfabetização, eles são cegos.

E é estranho pensar que 14% da população brasileira é cega (por ser analfabeta). É estranho, porque como educadores, existe essa preocupação no preparo do aluno para a compreensão de nossas aulas. E é estranho porque, devido a diversos problemas, a pessoa não teve a oportunidade de estudar de forma adequada (quando teve a oportunidade disso).

O que eu mais gosto na "A Liga" são esses exemplos que eles trazem pro programa. Como eu disse, não é aprofundado nem nada, mas a diversidade trazida é o que me atrai pra continuar assistindo. E olha que eu comecei a ver só pelo Thaíde - e continuo ainda por ele *-*

A Liga disponibiliza seu material no site. É assim que eu assisto ^^

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

A Liga

Hoje, depois de fritar tanto, eu tentei ver o programa A Liga na tvonline. Mas a conexão tava muito ruim e não consegui.

Irritada, joguei A Liga no Youtube e comecei a ver sobre o tema Prostituição. Tema foda, muito bom o programa.

Até esqueci a raiva de não ver a Liga na tvonline. Comecei a ver o programa e gostei muito.

Eu gostei dos apresentadores e com as pessoas que eles entrevistaram. Foi bem legal ver os limites e as diferenças.

Foi um tema muito legal e muito bem apresentado.

Só vim postar que adorei o programa e que vou ver os outros! Passa as 22h na Band. Compensa muito.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Globo Esporte

Eu nunca prestei atenção ao jornal de esportes da Globo, mas hoje eu estava a toa (pra ser bem sincera) e resolvi prestar atenção enquanto eu almoçava... E pensei que teria sido melhor nunca ter prestado atenção aquela porcaria.


Primeiro - muito machista os comentários e sempre mostrando mulheres (torcedoras, namoradas/esposas de algum esportista) - cara, mesmo que o programa seja destinado ao público masculino, qualquer boa mulher que se preze se sentiria ofendida com os comentários...

Segundo - pra quê ficar perpetuando o ódio contra os argentinos? Tipo, será que é necessário mesmo?

Terceiro - comentários idiotas qualquer um quer evitar.

Ao final, a conclusão foi que o programa é horrível, idiota e machista. Enfoca coisas que não trazem nada de bom ou lembram o esporte. Totalmente dispensável.

terça-feira, 31 de julho de 2007

Tio Gaspa

Não importa o que digam - eu adooooooooooorooooooooooo o tio Gasparetto!
Vou até fazer propaganda dele aqui - já que eu sou freqüentadora do Espaço Vida e Consciência.
Ele é muito engraçado ("me fala daquele demônio... Conhece né? Aquele que você vê quando olha no espelho") e tem uma percepção ótima.

Ele vai dar umas palestras lá no Espaço e vou ver se o Max quer ir - pra conhecer. Preciso dar risada mesmo.

E o tio tem um programa na Rede TV de segunda a sexta, começando as 19hrs, no qual ele aborda assuntos e faz ótimas colocações. Tenho me divertido muito assistindo ao programa. Me lembra do curso que fiz com ele, que eu voltava rindo pra casa, e ficava ansiosa pra voltar pra ouvir mais e também dar risada.