Mostrando postagens com marcador fanfiction. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fanfiction. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 9 de maio de 2018

[Escrita] Minha crença sobre a Escrita.

Escrevi esse texto como primeira publicação no Medium...

Minha Crença Sobre a Escrita.

Depois de algum tempo, resolvi compartilhar minha experiência com o Ninho de Escritores e tentar deixar claro porque tenho paixão por esse projeto.

Eu fiz cursos de escrita livre, cada um deles acrescentou a sua maneira e todos tinham algo em comum: o evidente ego dos publicados. Sempre senti que houvesse essa delimitação e que ela não era tão benéfica como muitos do curso achavam que era (afinal, os deixavam para baixo, como poderia ser bom?). Escutava dos outros participantes que eles nunca conseguiriam escrever, que se esforçavam e que nunca seriam publicados. Eu entendia a frustração, claro, eu escrevo fanfictions há quase 20 anos e sempre pensei que deveria escrever originais para poder pensar em publicação. Não sabia se estava no mesmo nível dos demais, mas ao menos sentia que estávamos no mesmo barco.

Os cursos ajudaram a melhorar detalhes técnicos, mas ainda tratavam com uma distinção feroz o publicado daqueles que desejavam melhorar sua escrita ou aprender a escrever. Eu bem que tentei não ter esses pensamentos, mas falhei nisso. A distinção estava lá e eu não poderia ignorá-la.

Então, um dia, uma amiga me passou o convite para o Ninho de Escritores com temática Queer. Eu escrevia (ainda escrevo) fanfics sobre casais gays e pensei que ter esse aprendizado tiraria as coisas ruins da minha escrita, preconceituosas e dadas como verdade que pudesse estar escrevendo e não sabia.

A minha primeira surpresa foi que o curso não ia ser como os demais que já havia cursado. O que era fantástico. Depois discutir o Queer na escrita me fez repensar diversas coisas e como escrever sobre elas. A segunda surpresa foi a certeza (ou o reforço dela) que qualquer pessoa pode escrever.

A segunda foi mais importante. Por anos, eu mantive um site de fanfics chamado “Legado da Escrita” (offline no momento) onde eu vivia dizendo paras as meninas que elas podiam escrever sim. A escrita não era o dom mágico ou a inspiração divina que separava os escolhidos dos meros mortais. A escrita era uma prática que podia ser aprendida e aperfeiçoada. Não excluo que existam pessoas com talentos e mentes prontas para a escrita, mas se pensarmos que tudo é mágica ou escolhidos, ninguém pintaria ou aprenderia a tocar um instrumento musical ou escreveria.

Lembro de estar no metrô com o fundador do Ninho após a primeira reunião do Ninho Queer e ele ter falado algo como “escrita é prática” e eu pensei que estava no lugar certo porque a pessoa acreditava no mesmo que eu. Pode parecer estranho, mas sabe o quanto isso é raro?

Sempre pesquisei sobre escrita, sempre procurei passar as pessoas as formas de escrever uma história, diálogos, personagens, narrativa. Por anos, com o Legado, eu recebia mensagens de pessoas que queriam escrever e eu as incentivava. Por que não? Quem disse que elas não poderiam? Você tem um enredo, você tem personagens, use prosa e tente.

Claro, escrever não é apenas sobre falar “olha, vai que dá”, existe uma técnica e existem métodos. Muitos deles estão pela internet, em sites e fóruns, de fácil acesso. É necessário saber sobre cores para fazer uma pintura ou saber as notas e escalas para música. Para a escrita, existem as técnicas e as regras (que podem ser quebradas, mas isso não é a discussão). O que quero dizer é que sempre que achar que é mágica, não vai acontecer. Coisas podem ser intuitivas, mas existem as técnicas e elas podem ser aprendidas o que faz com que qualquer um que realmente queira possa escrever, pintar, tocar um instrumento.

Para mim, a negativa sobre a escrita sempre me incomodou. Nos cursos anteriores havia esse elemento. Claro, ser publicado é maravilhoso, mas existe o processo para que isso aconteça e essa é a parte que mais me interessa porque é nela que as pessoas param e deixam de acreditar que é possível. A publicação me parece a cereja do bolo. Ter o material terminado em mãos e falar “fui eu que fiz” é o que mais me motiva a continuar acreditando que é possível. (Que fique claro que não menosprezo publicação, longe de mim, eu quero publicar algo algum dia também, mas eu realmente não acredito que focar nisso seja o que vai ajudar as pessoas a escrever e terem seu material pois sem sentar e escrever o material, não existe nada para ser publicado).

Então, eu encontrei esse lugar, esse ninho que trabalhava com a mesma prerrogativa que a minha e que era tão acolhedor e inspirador. Ali não havia o cara publicado explicando acima dos demais, ali havia pessoas que gostavam de escrever falando sobre seus processos e suas dificuldades. A linha que separava e que sempre me incomodou, não existia mais.

O motivo pelo qual eu permaneço no Ninho de Escritores após tantos anos: você pode escrever, não se trata de um lugar exclusivo, não se trata de um lugar onde você não possa estar. Vamos te ensinar como, apenas acredite que você pode escrever e dedique-se a prática.

Porque escrita é isso: prática.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Syo-chan e Satsuki


Eu apaguei esse post sem querer, enquanto tentava me livrar da tag errada... Ainda não entendi o que deu errado e o porque da tag errada... E a Skynet não fez backup do servidor e por isso, não tinha a postagem em cachê. Tudo bem, refazer faz parte.

Eu assisti o episódio 6 de UtaPri e tive que escrever essa fic. Disse a mim mesma que só veria a continuação depois da oneshot concluída... Bem, era rápido escrever, mas por falta de concentração, demorei mais do que precisava.

Bem, no episódio 6, Nanami vai ao show do seu ídolo Hayato e no caminho, ela encontra o Shinomiya. Para sua surpresa, Natsuki não é aquele rapaz amável que ela está acostumada e sim um homem violento e impaciente. Vem a descobrir por Syo-chan depois que toda vez que Natsuki está sem os óculos, sua personalidade violenta toma controle, o tornando Satsuki.

Satsuki aparece só nesse episódio, mas eu o adorei.

UtaPri não é shonen-ai, alias, só sugere mesmo isso, já que é shoujo e harem 'invertido' (já que são muitos homens pra tímida Nanami), mas uma fujoshi sempre fareja yaoi e eu, como boa fujoshi, farejei os casais de UtaPri. Claro que o Syo e o Natsuki/Satsuki formam meu casal favorito, mas tem outros ^^

E esse fanart veio bem a calhar com minha fic, já que escrevi uma Syo-chan e Satsuki. Temos o Natsuki todo fofo abraçando o Syo que está abraçado ao Satsuki. Simplesmente lindo.

Syo-chan me lembra o Tegoshi, de alguma maneira... Eu o adoro.

Bem, a fanfic trata de Syo-chan que quer repetir o que aconteceu entre ele e Satsuki na noite anterior. Eu não sou boa em cenas de sexo e por isso eu nem escrevo, mas eu acho que ficou bonitinho do jeito que ficou narrado.

Talvez eu escreva mais fics de UtaPri depois. Eu realmente gostei desse anime e fiquei feliz por me ver querendo escrever outra coisa.

Bem, eu postei essa fic "O Segredo de Syochan e Satsuki" no Nyah! e no Fanfiction.Net e em breve eu posto no Legado.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

J-Rock For Geeks

Nha! Eu realmente amei esse negócio de Akame. Eu fui ler mais fics e achei uma ótimaaaaa! E olha isso, eu estou me dando ao luxo (e ao trampo) de ler em inglês. Mas eu vou te falar que o livejournal (porcaria dus infernus) é uma droga e vou ter que me cadastrar pra comentar (e sim, eu adoro comentar histórias).

Mas como assim eu estou falando dessa fic e nunca falei das outras? É porque eu sou preguiçosa. Eu preciso escrever de OTCDCE e sobre In Your Shoes - que são duas fanfics maravilhosas.

Enfim, J-Rock For Geeks fala de duas bandas de J-Rock e de um reporter geek. Tá, o que tem demais? A menina escreve muuuiiiitoooooooo bem! Tá, e? Os personagens são muito fofos e divertidos. Aham, e dai? Nha '-'

Eu nunca dei tanta risada lendo uma fic como essa. O Kame (o tal reporter) tah sempre puto, sempre mau humorado e sempre acontece de pessoas randons estarem perto dele o beijando ou jogando contra a parede.

Acontece que um dia o Kame ia sair com uma garota e ela deu o bolo nele. Nessa mesma noite e no mesmo local, as duas famosas bandas de J-Rock: Explosion e S.E.x.G.O.D.S estão na mesma boate. Jin é o vocalista da SexGods e está bêbado, dai tenta dar em cima do Kame. Como esse o despreza (e com classe), Jin fica se sentindo ofendido porque nunca foi dispensado antes e começa a perseguir Kame. Só que o Jin é um tremendo idiota - e os companheiros de banda dele são igualmente estúpidos - e do nada Kame se vê cercado deles e achando que eles de fato não são muito espertos.

Claro que acontece um romance muitoooo kawaii entre eles. Eles dois são um casal improvável, mas é tão bem narrado que a autora vai te levando nos picos de entusiasmo do Jin, no olhar duro do Kame e na forma que eles ficam se olhando.

E depois de muitas coisas, eles acabam se acertando de maneira estranha. E dai sabemos mais sobre o Kame (aaah, ele é uma personagem maravilhosa!) e seus pensamentos. E é claro, apesar do Jin ser baka, ele é muito fofinho, desesperado e romântico. Nem dá pra acreditar... E claro, maravilhoso, porque a descrição dele sempre é de tirar o fôlego - todas as descrições sobre ele são assim... Ele é incrivelmente lindo!

Mas pro meu azar, a autora não terminou a fic. E eu fiquei ansiosa porque o Kame já deixou claro que quer transar... Então? Eu quero que ele transe antes que eu fique louca como ele hahahaha.

Bem, clicando aqui "J-Rock For Geeks" para ler.

Notinha: 9

domingo, 25 de julho de 2010

Akame

Sério, eu acho que nunca ri tanto de rumores na minha vida. Se eu conseguir parar de rir, eu consigo explicar (*algum tempo depois*) Oquei, parei de rir.

AKAME é um apelido pra uma suposta relação entre o Jin e o Kame do KAT-TUN. A primeira vez que eu vi isso eu não dei muito importância, mas acontece que eu realmente gosto desse grupo (é, eu falo mal mesmo, mas eu sempre gostei de boy-band!) e resolvi saber que raios era Akame. Ainda bem que eu fui saber o que era.

Primeiro porque eu adoro relacionamentos yaois.
Segundo porque é delicioso demais imaginar que eles sejam um casal.
Terceiro porque como disse a dona de um site que eu tava lendo fanfic (Akame!) escreveu - isso causa hemorragia nasal nas fãs e não precisa ser de verdade - mas ninguém vai se importar se for. (hahahahah!)

Eu fiquei rindo descontroladamente sobre isso porque cada teoria/rumor/evidência é mais divertida que a outra. E no final eu fui seduzida por essa conspiração e eu também acredito que eles sejam um casal. (depois de tantas "evidências" como poderia ser diferente?)

A verdade é que eu sou ficwritter. E como ando sem inspiração pras minhas fics e fico tendo idéias de coisas yaoi (embora eu ache bem difícil escrever sobre isso), eu resolvi escrever sobre o Kame... E dai eu pensei no Akame.

A minha pesquisa (além de divertida) me mostrou que as meninas podem exagerar no Kame afeminado (o que eu não gostei muito) e no Jin baka (tudo bem, isso pode corresponder levemente a verdade!!!!). Mas que no final não parece difícil escrever sobre isso porque os dois são muito fofos (mesmo afeminado demais e idiota demais!).

Além disso, eu fiquei "meio assim" com o gosto bizarro de estragar a combinação perfeita metendo o Yamapi no meio. Se ele tiver um caso com o Jin (e isso sim parece divertido também para se pensar) por mim tudo bem, mas é estranho ele nas fics com o Kame.

Uma das fanfics que eu mais gostei é: Double or Nothing - versão Jin / Double or Nothing - versão Kame (tah um dia eu entendo como mexe nessa birosca de livejournal dus infernus)

É muito kawaii! Eu gostei muito da versão do Jin e aquele cena que ele tá no palco é uma das coisas mais lindas que eu já imaginei a respeito dele. Tipo, o Jin é uma das coisas mais kawaii que eu já li de fanfic! A descrição da autora é muito boa - e eu não comentei porque eu realmente detesto o livejournal, mas pretendo mandar um e-mail pra ela depois, pra incentivar que ela termine!).
A versão do Kame é bem mais tensa, mas maravilhosamente narrada. Ele olhando o CD do Jin foi tão bonitinho que eu mesma suspirei. Judiação... E ele tem momentos ótimos com o Ueda são muito bons - ele fica muito puto!

E tem o blog brasileiro - Johnnys_Ai - que trata sobre isso. Eu nunca me diverti tanto num blog como nesse. E tem um post só pro Kokame, mas isso eu explico em outro tópico.

Preciso ler mais fanfics deles pra ficar animada de verdade pra escrever. \o/

segunda-feira, 5 de abril de 2010

A Mais Difícil


Enquanto eu passo os arquivos do Legado pro Joomla, eu acabei relendo uma das fanfics mais engraçadas que eu já escrevi. Essa eu lembro que estava no Gualter (escola) e comecei a esboçar isso depois que a Elaine sugeriu uma história com os Backstreet Boys contando como foi que conquistaram a garota mais difícil da vida deles. Eu acho que falávamos sobre como eles tinham fãs e como elas queriam (e ainda querem) devorá-los vivos e essas coisas.

Claro, a idéia original não era pra ter ficado da forma que ficou, mas ficou engraçado. Também, as piadas eram mais internas do que outra coisa, mas os comentários ficaram engraçados do mesmo jeito. Eles passavam o que nós ficávamos brincando antes, da forma que os "boys" tinham que interagir entre eles... huahauahuahua. Por isso que eu leio e dou risada, porque eu lembro de várias piadas...

Mas vamos a fanfic:
Nome: A Mais Difícil - Backstreet Boys
Escrita por: Carola Richardson, Rody Aguilera, Cris Kirkpatrick Chacez e Rodrigo Kevin Richardson (e sim, foi necessário esse monte de gente, porque ficamos horas rindo dessa fanfic)
Tipo: Romance e comédia.
"A bela líder de torcida" -> na verdade eu gosto mais desses títulos, que tratam de personagens, e embora eu ache que são mais difíceis de serem criados, são os que eu mais gosto. A inspiração pra isso foi o clipe da Britney Spears e esses malditos seriados de escola americanos que sempre tem o cara que joga futebol que namora a líder de torcida - que sempre é uma das meninas mais bonitas da escola e a pop - e tem o cara, que surge do nada, e quer estragar a harmonia.

Como sempre achei que minhas mocinhas não podiam ser normais, elas assumiam esse ar frio e indiferente, que eu achava - e ainda acho - mais divertido de escrever. Agora ela ter amizade com o faxineiro? Eu não faço idéia de onde eu tirei isso, assim como eu sempre me pergunto como o Kevin nunca viu a Ana antes se ela era a líder de torcida...

Mas claro, o final é um dos melhores... Eu ainda dou risada imaginando a briga que se formou no ginásio, me lembra o piloto de Buffy, que tem uma briga no final também. Mas dá pra entender que a coitada da Ana ficava toda descontrolada com a violência, imagina ver o ginásio da escola sendo destruído por sua causa...

No final, é uma história bonitinha... Mocinho conheça mocinha, briga com a mocinha, a detesta, mas não resiste a aura misteriosa da mocinha. Mocinho se apaixona pela mocinha e começa a desvendar os segredos do coração dela e descobre que ela era bem mais do que aquilo que ele pensava que ela era.

"Brisa de Verão" -> o Samus escreveu essa quando veio de férias da faculdade. Eu tinha mandando a do Kevin pra ele ler e ele quis participar do projeto. Disse que ia pensar numa pro Brian e pensou muito bem. O mais legal é ver como o meu Kevin é diferente do dele, opostos e que ainda se pode falar que são a mesma pessoa... Cada um vê as coisas diferentes mesmo, essa é uma das melhores partes de escrever fanfics.

Se eu não me engano, o Samus mandou essa fanfic escrita pra mim numa carta e depois ele passou pro pc e mandou em txt. Um enorme prazer ter essa fanfic dele. Nessa parte, já vemos que os comentários dos meninos assumiram um tom mais negro e despreocupado. Agora eles refletem inteiramente o que nós pensávamos na época.

E de repente eu e a Cris aparecemos na fic... Eu me surpreendi por isso e ainda me surpreendo, quando releio. Sem contar que a narração é ótima, o Samus tava inspirado quando escreveu, eu estava agora pouco relendo novamente pra poder comentar aqui e estava rindo muito. (Meu irmão veio saber do que eu tanto ria...)

Linda é a mocinha, surfista e descolada. Era tão natural que Brian se apaixonasse por ela e que ele sofresse por isso... É perfeito!

"Fantasma Noturno" -> claro, a idéia foi da Cris, eu não lembro bem a argumentação, mas o nome Scarlett era por causa da Scarlett O'Hara (eu gosto muito de "E o vento levou..."). Scarlett é um nome forte e bonito. Qual a graça dessa fic? Assim como é a do Lance na A Mais Difícil - versão *NSYNC, um deles tem que "mentir" a respeito. Na verdade, fica a cargo do leitor achar o que quiser, mas é mentira! O AJ inventou tudo aquilo... Dá pra ver pela narração que ele tá mentindo...

A citação do AJ antes de começar sua narração fala do filme do Brad Pitt "O Príncipe das Trevas", onde o personagem dele tem um sério problema de pele com qualquer claridade e não pode ser exposto a ela. É um belíssimo filme, um dia eu faço um post sobre isso... Algumas passagens dessa fic foram baseadas nesse filme... Deve ser horrível mesmo ser condenado a escuridão porque a pele não suporta a luz.

A narração do AJ é tão absurda e cheia de falhas... Propositalmente... Ele é um mentiroso e isso que torna a história fascinante, já que ele nunca teve a garota mais difícil de ser conquistada, todas caíram em sua rede. =P

Por mais incrível que pareça, a história do AJ é uma das que mais tiveram comentários na época do lançamento dessa fic. Eu lembro de comentar com a Cris que o pessoal acreditou na história dele e ficávamos rindo disso.


"Sarah Davis" -> ah, meu amigo Rodrigo quis escrever essa do Howie. Na época, ele tinha uma das fanfics mais engraçadas que eu já lancei no Legado, que infelizmente eu perdi - "Corpos Trocados". Eu tinha ela num CD que quebrou e perdi a história. O Rodrigo me perguntou por ela, anos atrás e ainda hoje ele estava disposto a terminar ela. Uma pena que eu a tenha perdido.

Além de talentoso com desenhos, Rodrigo nos presenteou com essa fic que é muito engraçada. O melhor é o AJ interrompendo a narração a toda hora com diversas perguntas... A história quase não anda com ele enchendo o saco.

Num dos comentários, tem uma menção ao Chaves... Ah, quem não assistiu isso? Mais de 20 anos passando na TV e alguns de nós ainda param pra assistir. Eu mesma prefiro o Chapolin, que acho bem mais divertido que Chaves, mas eu vi muito Chaves e quando eu li pela primeira vez Sarah Davis, eu ri porque eu ouvi a voz do Rodrigo falando como o Nick. E o final é um dos melhores... "Não!" HAHAHAHAHAHA.

"Doce Mentira" -> essa foi a que mais demorou a sair. Eu já tinha parado com o projeto e não gostava de escrever histórias do Nick, mas o pessoal insistia... A Jéssica insistia bastante, já que era a história que ela mais estava esperando. E foi numa tarde que eu disse "ah que se dane" e saiu o final da A Mais Difícil.

Baseado naqueles famigerados filmes da sessão da tarde sobre acampamentos e essas coisas e também porque meu irmão mais velho estava experimentando esses esportes radicais e sempre estava me contando. Eu uso bastante a experiência dos outros nas minhas histórias, fica mais fácil de escrever e além do mais, eu não sei de tudo e não vivenciei tudo. Por esse exclusivo motivo que o Nick fez o que fez nessa fic... Mas ele era canalha, as Carters gostam mais assim.

O Nick dessa fic é meu "nick clássico" - burro e ciumento. Sei lá, eu acho que o Nick tem cara de ciumento e que faz coisas estranhas quando está nesse estágio - como gritar e coisas do tipo. No final, foi uma história bonitinha.

Claro, teria uma continuação, porque eu mesma não suporto a idéia da mentira do AJ. Mas acabou que eu escrevi e perdi o papel. A história ficou finalizada, mas ainda tem aquela brecha pra um possivel novo final. Quem sabe um dia...?

Resumindo: A Mais Dificil é uma das fanfics que eu mais gosto. Ela me lembra muitas coisas boas e conta com a ajuda do meu grande amigo Samus e do Rodrigo, que marcaram minha vida com muitas risadas em relação aos BSB, Eu nunca fui teenie, eu sempre tirava sarro. Eu gosto do Kevin, ele é um dos homens mais bonitos que eu já conheci e os BSB são ótimos personagens, é fácil enfiá-los em história e se divertir com eles. Não ligo que hoje eles não tenham muitas fãs e que muitas escritoras tenham desistido desse fandom - bem que fizeram elas, eu, embora não curta mais tanto eles, adoro o fandom - tem algumas pessoas que ficam nele só pelas escritoras. E essa é a verdade, eu gosto de ler história dos BSB - menos aquelas babinhas de 5 meninas... Agora já passou e muito da idade de ler esse tipo de coisa. Eu gosto de coisas bem trabalhadas e personagens originais legais.

Se eu achar o gif dessa fic, eu coloco aqui. É que está num devede que não está aqui comigo agora.

domingo, 24 de janeiro de 2010

O que eu faço pra você me amar?

Eu nunca fui boa pra títulos. Eu sempre crio vários versões, nunca gosto muito de nenhuma, escolho os títulos ligados aos personagens. Queria ser criativa nisso, mas realmente sou pessima.

"O que eu faço pra você me amar?" é o título de uma das songfics mais bonitinhas que eu já escrevi a respeito do Kevin. É uma música fabulosa do The Corrs (que eu amo muito) e nem sei de onde surgiu a inspiração. Deve ter sido da Nora Roberts, eu adoro essa mulher - eu a invejo por ter criado do Sebastian Donovan, ele é o meu "Kevin".

Essa songfic traz o Kevin e a Jenny novamente - novamente porque eu trabalhei com os dois numa outra songfic "Você se lembra...?" - e eu gosto dos dois. Uma songfic não tem ligação com a outra, acho que não precisa ter pra se fazer uma série, não é? O que os une mesmo é o amor incondicional que eu consegui criar, devo dizer que é uma das minhas melhores criações.

Depois de "Você se lembra...?", eu fiquei pensando que ninguém importante ligado a mim lê minhas histórias. Eu até ofereço, mas ninguém sente vontade de ler. Minha mãe sempre fala a mesma coisa quando eu ofereço e ela sempre me apoia do jeito dela, ela sabe que eu gosto de escrever, deseja que eu termine um livro. Eu também desejo isso, mas sou muito desorganizada pra isso. Mas o ponto não é esse. Eu fiz alguém ler a outra songfic e o que eu ouvi que foi triste. A pessoa se sentiu triste lendo. Não lembro se houve mais comentários, eu nunca me lembro bem das coisas que queria lembrar, mas enfim, eu sei que fiquei triste com o comentário. Sei lá, a songfic é triste mesmo, eu consegui passar os sentimentos do meu personagem, bem, sei lá porque eu fiquei triste.

Um dia eu, disse eu pra mim mesma, vou escrever outra songfic deles dois e dar um final feliz. Então, eu realmente não sei de onde surgiu a inspiração, mas eu sabia que seria uma songfic, eu amo escrever songfics. E eu queria testar escrever sobre uma situação. Eu sempre escrevo coisas que parecem longas, uma vida inteira. Queria apenas uma situação.

A situação possivelmente veio das histórias. Eu gosto de ouvir os romances das pessoas. Eu sou daquelas que faz perguntas pro outros como ele conheceu a esposa ou como foi a primeira vez que se virão. Quando eu estava no consultório, eu perguntei a muitas pessoas. Gostava do sorriso delas, porque por mais que tivessem sentimentos contrários, elas pareciam se divertir em relembrar o momento. Eu via o sorriso e como os olhos ficavam brilhantes. Gostava mais porque ninguém nunca me disse não ou perguntou porque eu queria saber... Não saberia responder sem me complicar.

Foi algo do tipo - por que "eu te amo" parece tão assustador? É não é?! Poucas histórias falavam sobre isso e eu pensava em mim mesma. Não me assusta alguém vir me falar que me ama, mas eu fico apavorada de falar isso pra alguém. "É natural" Samus disse uma vez pra mim. Sim, acho que amar alguém é natural. Comecei a treinar isso. Hoje eu consigo falar com desenvoltura e de verdade que amo alguém - não incluo nenhum namorado meu, acho que eles nunca vão ouvir isso de mim. De alguma forma, as pessoas tem medo disso. O meu medo eu sei o porque. Mas nunca consegui entender todos os motivos dos outros, mas também, nunca poderia entender mesmo.

De alguma forma, eu consegui transpor parte de minhas dúvidas pro Kevin. Por que Jenny não poderia entender que amar é natural? Como ele não poderia amá-la, sendo ela quem é? O que seria ter uma pessoa implorando por seu amor. Isso é tão bizarro que eu nem consigo me imaginar na situação, mas eu sou criativa e escuto muitas histórias. Jenny fez o que todo mundo faz nas histórias que escutei - expulsou a pessoa. Muitas delas não voltaram atrás, estavam apavoradas demais pra isso. Mas Jenny é assim, eu acho. Ela tem essa coisa de pensar desde a outra songfic... De pensar um pouco e ser razoável. Eu sou bem mais a Jenny que o Kevin.

É sobre isso a songfic. Eu consegui travar um momento e dar vida ao desespero do Kevin. E eu gosto de imaginar ele sofrendo de amor - eu sou cruel com o Kevin, eu sei. Na verdade, eu me divirto vendo ele conhecendo coisas novas. Coisas novas como uma Jenny que não condiz em nada com a posição que eu coloco eles nas fanfics. Isso me lembra a Hattel, de Nas Asas do Anjo, da forma que o Kevin a vê. Mas a Hattel fica pra outro post.

Gosto tanto desse casal que vou me presentear escrevendo uma terceira songfic pra eles. Agora usando a música de encerramento de Zettai Kareshi e me lembrando bastante do Night-kun e do olhar do Soshi enquanto escrevo.

Tanto pra falar disso. Eu gosto dessa songfic. E tem muito eu nesse post. =)

Pra ler clique aqui >> O Que Eu Faço Pra Você Me Amar?
Pra ouvir a música que compoe a fanfic só clicar aqui >> What Can I Do? - The Corrs

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

I Will Still Love You - Songfic

(Esse post é dedicado a Camila Dorough que me disse que eu não escrevo sobre Backstreet Boys no meu blog, de fato não escrevo, mas se escrever sobre fanfics compensar isso, faremos negócio =^;^= Não sei o que escrever deles senão for dessa forma... Vou melhorar isso)

Na verdade eu não sei quantos anos eu tinha quando escrevi essa songfic, mas ela teve tantas mudanças por correção que as vezes eu releio e ainda acho alguns erros - já disse que sou uma péssima revisadora né?

Essa songfic, uma das minhas favoritas e eu amo songfics, era da época que eu escrevia as fics para mim mesma. Eu a escrevi em dois dias, escutando repetidamente Still do 98º.

Sempre li romances demais, eu não acho que o Kevin possa ser tão ciumento, mas é divertido pensar nisso. Eu acho cenas de ciúmes engraçadas, porque as pessoas sempre falam coisas que não tem o menor sentido, mas que elas sentem tanta raiva e inveja, que é engraçado. Agora, atacado do jeito que ele está descrito, somente porque eu sou uma Richardson e não poderia imaginar nada menos do que aquilo.

Gosto da simplicidade da história, uma garota que ama um cara e trabalha pra ele, pra ficar perto dele. O cara só vai reparar na existência dela por causa do destino, porque até então estava ocupado com coisas mais importantes - se tratando do Kevin, é justo. O cara repara e decide que quer a mulher. Dai começa tudo... Ela sofrendo de amor é tão brega que me doi toda vez que releio - deve ser por isso que toda vez eu acho erros, eu não releio direito. Eu mesma não tenho certeza como eu pude escrever algo tão brega... (oquei, não é a minha fic mais brega, mas tah quase lah).

Claro, as cenas de sexo detalhadas porque eu sempre pensei que poderia ser importante pra história e hoje quase não as escrevo mais. Acho que deu minha putaria já uahuauhahua.

A pergunta que sempre me fizeram - por que raios a Carolyn é irmã do JC? Na verdade, tem a continuação dessa fic, tratando do JC com a mocinha que ele gosta. É também uma songfic do 98º, mas eu nunca terminei de escrever porque o JC tah muito estranho nela. Ele parece mais uma mulher e me irrita... Essa fic eu perdi as versões escritas no pc dela e só tenho uma versão antiga e a primeira, escrita a caneta. Um dias desses eu sento e escrevo direito, como deve ser escrita.

Por que a Carolyn vira escritora? Bem, primeiro porque ela foi baseada em mim, o que é um grande erro, afinal é chato ler esse tipo de fanfic e depois, na época dela, a Priss linda estava escrevendo "Aniversário de Fim-de-Namoro" (já disse hoje como eu amo essa fic?) e nela, eu faço uma aparição escrevendo A Dama de Tigersbrigde. Bem, sei lá, eu acho que plagiei a Priss nisso e algumas histórias tem a protagonista como escritora. Uma delas, que eu nunca dei pra ninguém ler (e tenho ela salva porque eu gosto de ler ela, senão ela já teria sido perdida também), a moça está no oitavo livro dela, sobre um cavaleiro. Nessa fic, a moça tem um filho do Kevin e fugiu dele, como ele nunca entendeu o porque e nunca foi atrás pra saber também, ele passou a ler os livros dela e ver as adaptações pro cinema e seriados. Essa história é quase tão pornografica quanto as demais, sempre pensei demais em transar com o Kevin (hoje é com menos frequencia uhahuahuahuahu), mas eu nunca terminei, porque ela é pornografica demais uhahuahuahua.

O que importa é que essa fanfic pode ser lida nos links: Parte 1 / Parte 2 / Parte 3
Eu dividi porque ela é meio grandinha e fica mais fácil de ler.
A música do 98º pode ser baixada da minha pasta do 4shared - Still



Ah, hoje é meu aniversário. São quase 3 da matina e eu estou arrumando meu amado Legado e relendo fanfics... Realmente eu sou muito melancólica.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Give me blood

Se eu tiver mesmo paciência pra escrever toda a história do vampiro - vários fatores pra que eu não continue, já que fui desmotivada, embora queira terminar a primeira parte sem problemas, afinal eu tenho ela em mente - a seguir a possivel continuação:

Meu nome é Erica e sou bixete de História (é como chamam os novatos do curso) e esse é meu primeiro ano (claro!) na cidade de Franca. Esse ano foi espetacular e cheio de experiências incriveis, e agora que as férias do meio do ano estão chegando, eu repasso o que vivi. Tenho somente dezenove anos e nunca pensei que encontraria coisas que eu nunca pensei que existissem. Quanto mais eu penso naqueles dias tensos, mais sei que não devo pensar neles. Aqueles dias foram inesqueciveis e sei que vou amar Rodrigo pra sempre (embora não possa calcular o "pra sempre" pra criaturas sobrenaturais).
A noite estava estrelada e eu tinha vontade de aproveitar mais dela, mas estava com muita fome. Meus planos de estudo de final de tarde e noite tinham ido por água abaixo quando Talita (minha melhor amiga, gótica, linda com seus longos cabelos negros encaracolados, sua pele branca e suas roupas sexys) me arrastou para o Shopping do Calçado. Acabei perdendo o horário de janta do R.U. e o começo da aula. Ela é do tipo que distrai com sua voz suave e sua conversa boa, e eu nem vi o tempo passar. Sai na hora do intervalo e caminhei até o ponto, apertando meu caderno contra o corpo e pensando que teria que esquentar o almoço.
Estava distraida demais, pensando no que colocaria pra incrementar minha refeição, pra reparar no carro que vinha devagar, parou na minha frente. O som da janela descendo me acordou e eu escutei uma voz vindo de dentro do carro, pedindo pra que eu entrasse. A principio, me enchi de medo, mas quando a voz voltou a meus ouvidos, gentil e imperiosa, eu me curvei um pouco para ter certeza se o dono daquela voz era realmente quem eu achava que era. Meu coração ameaçava pular pela minha boca e fechei a boca, fitando-o com adoração. Era ele e estava do mesnmo jeito que eu lembrava (claro, ele é imortal, ele nunca mudaria. E nesse meio tempo que fiquei sem vê-lo eu tive duas imensas espinhas no queixo!) lindo e sedutor.
Apertei o caderno com força e desviei o olhar, antes que ele percebesse que estava euforica e magoada. Não queria que ele me convencesse a nada e que me visse naquele estado. Havia dito a mim mesma que não voltaria a me envolver com seres sobrenaturais. Por um segundo ou dois, desejei que ele sumisse. Aquele misto de emoções me sufocava e me confundia e eu tive certeza que não estava pronta pra vê-lo, não depois do fora que levei dele.
"Erica?" a voz dele voltou a assaltar meus sentidos e era bonita demais pra ser ignorada. Tinha que ficar longe dele. Me concentrei e avancei na direção do outro ponto de ônibus, mas não dei mais que quatro passos, antes de me chocar com algo sólido e frio. Os dedos gelados me seguraram antes que eu fosse pra trás e no susto eu soltei o caderno. Rodrigo estava parado a minha frente e eu nem soube quando ele saiu do carro, pois não tinha escutado o som da porta abrir ou fechar. Ele me abraçou pela cintura e sem esperar mais nada, me beijou.
Meu corpo (pra variar) criava vida perto dele e eu o abracei com força e o beijei também. Eu nunca consegui me controlar nesse aspecto e nem mesmo parar de me esfregar nele, de maneira tão obscena. Ele se afastou e eu lamentei. "Pode vir comigo?" ele perguntou, abrindo a porta do carro e eu entrei, sem questionar mais. Enquanto eu me acomodava, ele já estava sentado no banco do motorista e me olhava com atenção. Movia-se naquela velocidade mesmo, não estava mais escondendo sua natureza sobrenatural: Rodrigo era um vampiro.
"Você está... Me induzindo?" eu perguntei, olhando fixamente pra ele também. Já haviamos discutido sobre isso e eu temia que ele voltasse a fazer uso disso. Talita tivera suas memórias roubadas por conta desse poder estranho. Eu não entendia como funcionava, mas sabia que era eficaz e que eu mesma já estive sobre o encanto. "Porque você prometeu que não faria mais isso".
"Não" ele respondeu simplesmente, dando um breve sorriso. Moveu sua cabeça pro lado, seu cabelo caindo pelos ombros, naquele corte irregular. "É mais do que claro que não preciso disso, ao menos com você e possuo criatividade suficiente pra te fazer concordar com o que eu desejo sem ter que recorrer a isso".
Continua depois... Essa história se passa aqui em Franca mesmo e envolve a faculdade. Ela é bobinha e simples, quem sabe eu não melhore ela depois. Eu gosto do vampiro e do metamorfo dela.

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Better Together

Oquei!
Eu sou fã da Marinex mesmo. Eu nunca neguei. Não vivo sem ler fanfic dela.

Better Together trata da história de Melanie (uma modelo badalada) e Kevin (o cantor lindo!). Um romance que tem tudo pra dar errado mas não dá porque os personagens são maravilhosos e preservam o sentimento. Eu amo muito essa fanfic. Acompanho já a alguns anos, sempre esperando a Marina postar mais. Simplesmente fabulosa. Ela trabalha o Kevin com uma dedicação simplesmente magnifica, e sei lá, eu nunca amei outro Kevin que não fosse o que ela retrata.

Um - mostra a vida cheia de rotinas de Kevin e da Mel. Introdução perfeita dos personagens e do desejo da Mel de viajar - eu juro que fiquei com dó dela.

Dois - Kevin desesperado atrás da Mel lembrando o que houve entre eles (uhu!). Cenas de sexo ótimas. Kevin violento e desejoso *suspiro* pior que dá pra imaginar ele assim... bebinhobebinho...

Três - "Melanie deu meia volta para descobrir quem tinha falado. Era o homem que tinha observado antes no bar e agora estava apoiado na parede atrás dela. Apesar de ter ouvido e respondido ao que disse, Kevin não chegou a olhar para ela." Nha... eu VI o Kevin!
Capítulo revelador, dando inicio ao que tentamos entender do capítulo 2. Um flashback, como se diz. A primeira aparição de Heather Anderson, que promete ser a "vilã" da história.

Quatro - "Como Melanie recomendou a Kevin que não dissesse mais nada, ele ficou olhando para ela por muito tempo, com uma expressão que dizia muito mais do que mil palavras poderiam. Ela já tinha decidido que nada mais aconteceria entre eles. Aquele que olhava para ela era um homem precisando de um cuidado maior do que ela podia oferecer." Ah, nesse o Kevin fica bebinho! Engraçado ver ele solto e alegre, sendo que vinha marcado e amargo por sua separação.

Cinco - o poder da imprensa na vida dos artistas. Dei muita risada nesse, com o entrelaçamento das histórias e o Kevin procurando por ela.

Ah, adoro essa fic! Poderia tecer milhares de comentários, mas não é suficiente. Basta dizer que é bem escrita, tem personagens maravilhosos que vão crescendo com a o desenrolar do enredo e uma trama bem montada, com sacadas ótimas. Pra quem quiser ler -> Better Together

domingo, 1 de julho de 2007

Sobre o que eu pensei hoje da minha escrita

E vida da volta, e sempre me vejo no mesmo lugar. Talvez dois passos a frente, já que eu não acredito que vamos pra trás.

Estava pensando em minhas fanfics, pensando no que poderia fazer para melhorá-las. Estava postando a pouco o imenso capítulo 2 de "Memórias de Raposa Noturna" e me divertido com a minha maldade de ter escrito sobre tanta violência e ciúme. Mas isso não respondeu a minha questão de quanto eu posso melhorar nos enredos, penso que talvez seja melhor terminar as histórias e continuar lendo mais.

Meu maior problema são as falhas de continuidade. Estou melhorando nisso, anotando acontecimetos, data e pessoas. Senão eu misturo tudo. Dizem que a Rowling faz muito isso, que os personagens de harry potter se matam pra aprender magias que sabiam do livro passado - e que poderiam servir naquela situação. (eu mesma não sei, eu nunca li os livros dela e a vontade de ler é zero).

O Samus me convidou pra escrever contos pro Atitude Alternativa. Eu comecei um, mas sou péssima em contos. Estou com medo de dar um final cretino e mediócre, ou de alongar mais do que o necessário - o que é o mais provável que aconteça. Vou colocar aqui o que eu já escrevi, mas aviso que eu gosto dessas coisas. Eu me inspirei numa menina que eu vi no ônibus quando voltava pra casa depois de ter dormido na casa do Samus (o dia do docemente bêbados).

>>
Era um daqueles dias que tudo parece mágico e perfeito, mesmo quando seu humor não está bom o suficiente para notar isso. A magia do dia se faz presente da mesma forma. Estava deprimida e Carlos, meu amigo de longa data, apareceu com a idéia de irmos dançar. Aceitei, tudo menos ficar em casa.

Fomos a boate que sempre vamos, onde conhecemos todos desde os seguranças até o dono do lugar, e a notamos cheia. Eram festas de aniversário e muitos convidados. Não me senti incomodada, aquelas pessoas estava felizes ali – ou ao menos pareciam. Ficamos próximos ao bar, sentados num balcão.

E não sei bem dizer o que foi, se eram as luzes coloridas, a batida constante da música, a bebida. Não sei. Simplesmente eu me sentia deslocada dali, perdida entre cores e sons. Tudo parecia engraçado e bonito. Estava rindo de algo que Carlos havia dito quando a vi.

Incrível! Tudo havia sumido a minha volta ou perdido o foco. A música soava lenta e embaralhada aos meus ouvidos. Tudo o que via era ela, preenchendo o espaço a minha volta com uma rapidez atordoante, dançando maravilhosamente na pista. Roupa curta e escura, colada nos seios altos, provocante com as pernas torneadas de fora, em cima de um salto fino. Pulseiras brilhantes adornavam os braços que se erguiam aos céus, enquanto seu corpo agitava-se ao som da música. Os cabelos cacheados voavam no ar, doces e macios, enquanto sua dona mexia a cabeça, seus olhos fechados, um sorriso nos lábios pintados.
>>

E é isso. Tenho que botar um final descente. Mas não estou inspirada pra isso. Sei lá o que acontece. Maldita mágoa... estou doida, como diria a Malu. Talvez escreva sobre isso, quando me sentir mais a vontade pra falar (pois como diria a Priss - a amargura nos deixa indiferente).


E tem vindo pessoas visitar o blog ^^
obrigada pessoal, eu não faço propaganda nem nada. É tudo largado, pra que eu me lembre de ler isso depois e ver quando eu avancei. Textos melhores depois ^^
Qintah mesmo está longe de mim agora, e eu sinto muito falta dele.

domingo, 20 de maio de 2007

"Legal, continua..."

Muitas vezes, eu me sinto tão idiota por ficar chateada por coisas pequenas. Antes elas não me incomodavam, agora fazem questão de se mostrarem irritantes. Quanto mais eu penso em como lidar com isso, mais difícil fica. Como eu posso evitar isso? Acho que passei parte da minha vida me preocupando em como lidar com grandes eventos e esqueci de lidar com os pequenos, e nessa ocupação toda, eu nem notei como eles são grudentos e irritantes.

Estou trabalhando naquele ditado "8 ou 80". Não sei mais o meio de nada, ou é ou não é. E como eu posso saber ao certo se uma coisa é se eu nem ao menos sei o que ela é? As vezes eu me questiono a respeito, mas o que fazer? Eu tenho que acertar as coisas e não vejo outro modo. Eu sinceramente achava que era mais inteligente antes, e não que isso faça algum sentido.

Pode ser a minha falta de paciência, ou a minha irritação constante. Deve ser por isso que eu estou me aborrecendo com coisas que deveriam me deixar feliz. Juro que estou tentando ficar feliz e ignorar o que eu li, mas tá muito difícil. Parece ridículo, certamente foi um comentário idiota - bem, certamente foi mesmo, totalmente impensado.

Eu estou promovendo o "Legado Awards" no meu site. Pra sorte minha eu posso me gabar dele, afinal, o Legado está no ar desde 2000 - ou seja sete anos, e não é pra muita gente acompanhar isso e fazer parte da construção dele. Muitos fizeram e até hoje os que eu encontro pelo mundo virtual ficam surpresos e felizes que o site continua. O objetivo do Legado Awards é divulgar fanfics. A idéia era que eu julgasse as fanfics e colocasse as melhores, mas decidi que sou chata demais e não tenho tempo ou paciência pra isso. Pelo fato que algumas estão em scritp e eu não poderia julgá-las sem lê-las, e decidi que não leria mais fic em script, não importa de quem fosse. (mentira! Se for da Marinex eu leio =( mas graças aos Grandes Deuses, ela não escreve mais assim).

Pra resumir a minha lamúria, a intenção é apenas divulgação. As pessoas indicam fanfics, sites e autores e depois há uma votação dos mesmos. Eu não julgo ninguém e somente conto os votos e divulgo. Nada demais, é divertido. É legal ver as pessoas votando e algumas tem falado comigo e ficado felizes com a indicação. Na verdade eu estava "achando" - odeio odeio odeio meu achismo, quando eu inflo o peito e afirmo e crio coisas que não são verdade! se as pessoas fossem boas como eu me forço a acreditar que são, não precisariam mentir... - que todos que falaram que estavam "satisfeitos" estavam de fato. Daí eu leio uma mensagem que me deixa de boca no chão. Tudo bem, eu mereço umas porradas pra largar a mão de ser idiota e credula.

Juro que eu li umas duas ou três vezes. Nunca em minha vida eu achei um comentário tão idiota tão ofensivo. Notei que todos os meses que passei pensando no Awards foram inuteis, não inuteis de fato, que não dá pra aproveitar nada, mas de forma que as pessoas esperam só ser reconhecidas pelas coisas que elas fazem e não pela ajuda dos outros. Tudo bem, deve ser meu orgulho arranhado, afinal, eu perco meu tempo com isso porque eu gosto mesmo... idiota continua sendo eu, e a pessoa que postou o comentário continua sendo idiota na minha opinião.

De fato eu devo tratar o esforço de algumas pessoas como se não fosse nada, pra ter ficado tão chateada. Na verdade, acho que foi mais um sentimento de ingratidão. Eu não faço o Awards pra que ninguém pense que sou melhor do que ninguém ou que vou julgar qualquer uma das fics - desde da primeira edição, eu já disse que não ia fazer isso (eu ia fazer com a ajuda da Priss e da Ash, mas elas foram cuidar de suas vidas - e que bem que elas fizeram a si mesmas). Eu prefiro contar os votos.

Agora eu penso: todo ficwriter que se preze, gosta de awards. Faz bem ao ego saber que foi indicado, que alguém indicou porque acredita que é bom, que realmente merece ganhar uma imagem .jpg do Kevin. Isso é reconhecimento. Quando teve awards, em tempos melhores do fandom dos BSB, eu ficava feliz em ver as pessoas indicando o que eu havia escrito. Nem todos os prêmios eu ganhei, mas todos os que eu levei, ou que o Legado levou, me deixaram feliz. Significa que o site tem leitores fieis e boas fanfics, que estão atraindo as pessoas.
A ficwriter não gostar de awards, tudo bem. Acontece da pessoa não gostar, achar que é uma competição besta. Respeito isso.
Agora desprezar, nunca.

Acho que foi isso. Uma frase estupida desprezou meu trabalho, o que todo o Award significa, fazendo comparação com uma coisa que é mais idiota ainda - comentários. "legal, continua" "nossa, é isso? continua". Tudo bem, eu não gosto mesmo de teenies, elas dão esses comentários "amegueeeeeeenha que fic rox. eu fico com o Kev?". O que falta é comentário decente. Comentário "legal, continua" não é tão legal quanto parece. Só mais um número ao lado do comentário, nada que deixa a ficwriter empolgada de verdade...uma hora cansa o "legal, continua", porque você está se matando num puta enredo, numa puta trama e quando vai ler o comentário é algo desse tipo, é desencorajador - "que tipo de idiota lê minha história?".

Com esse pensamento, eu melhorei meus comentários. Muitas vezes eles não aparecem, entro em longas discussões com a autora por msn, ou por e-mail. O que é uma pena... afinal, parece que nem eu mesma comento fics do meu site. Faço questão de deixar comentários decentes. Tudo bem, pra Priss e os contos dela não estou conseguindo. Leio na hora do almoço, pra relaxar, estou cansada, penso em muitas coisas pra escrever e acabo sorrindo, afirmando em voz baixa que a Priss escreve muito. Já puxei muito o saco dela... parece que cansa também ficar falando isso. Ela sabe, se não sabe, eu faço questão de lembrar a cada comentário mesmo. Faço comentários decentes por carta - uma vez que eu me correspondo com a Priss.

Deve ser mais um mimimi da minha parte. Atualmente eu estou pouco tolerante a pessoas comentando meus textos. Muitos poucos comentários que me encoragem... mais pra apontar erros e exigir correção. Um saco... eu sei que fics tem que ser corrigidas, mas eu corrijo! Só não na hora, porque eu lembro da fic e quando eu leio, eu não leio com atenção. Tem que esperar uns dias pra eu notar os erros - mas não espero esses dias, existe pressa em certos assuntos, eu me apresso. E no fim "ah, legal... continua". A Deusa me livre da bobagem de escrever fics com outras pessoas ou de personagens dos outros ou baseados na regra dos outros. Odeio limitação, e é o que eu sinto em outro fandom que tinha como legal - Ragnarok. Só não páro de escrever, porque eu gosto dos meus personagens... senão já tinha largado faz tempo.

É por isso que volto pro Kevin toda vez. Pelo menos ele não me limita, ele me encoraja e ele não me aborrece. Nada mais me agrada do que trabalhar com o personagem dele, em diversas situações e com características dele ressaltadas de forma diferente. E eu não me importo se não houver comentários a respeito, só os meus a respeito me deixam feliz. E não ligo muito se o enredo é pobre, porque eu sei que em alguma parte dele, oKevin fica perfeito. Difícil e longo explicar isso, vou deixar o Kevin aqui comigo.

Bem, pelo menos não estou tão chateada... me sinto melhor depois de reclamar tanto.

Ando feliz com meus momentos de dedicação ao Legado. Eu o deixei tanto tempo de lado, que cada atualização, cada história nova me deixa feliz. Tenho que terminar a atualização. Ontem comentava com o Paulo que estou em 89% de atualização... faltam 10% que são todas as novelas que estão fora do ar, porque o html precisa ser revisado. 89% de 99%... 1% faltando sempre que são as histórias que precisam ser atualizadas. Meu maior orgulho, maior paixão, meu "xodó" (como se diz) é esse site. Não me importo se ouvir criticas a respeito - acho que já ouvi tantas, que tô pouco ligando - não existe nada que me divirta mais do que ele.

Pelo menos algo positivo em minha vida, já que ela anda chata e aborrecida, e eu anso cansada. E não ando fazendo nada direito... aff eu sou uma maldita "caça perfeição"...

sábado, 31 de março de 2007

Outro Dia No Paraíso...

Oh, think twice
'Cause it's just another day for me in paradise
oh, think twice
'Cause it's just another day for you
You and me in paradise
- Another Day In Paradise - Phill Collins

E mais um dia no paraíso maravilho dos Copycat...

Esses dias estão sendo corridos. Outro caso de Copycat. E tenho eu que ir lá e dar meu parecer. Palhaçada que isso ainda aconteça, deu o que falar. Uma menina copiou a idéia e personagens de uma história da Julie - Why Don't You And I? - e achou que ia ficar por isso mesmo. Ainda bem que tenho amigas no ramo de fanfics que são afiadas pra essas coisas. Já não é o primeiro caso de Copycat, o que é lamentável.

Fiquei brava! Acho um abuso ainda acontecer isso. Será que as pessoas acham que ninguém vai notar nada? Que ninguém vai falar nada? Vão fazer vista grossa? Um absurdo mesmo. Marinex ficou puta, mas entendo ela... ela sofreu copycat - e eu senti que era comigo, é minha fanfic favorita "Better Together".

Bom, foi resolvido. E que fique claro que não vou permitir cópia e se eu puder falar algo, eu falo mesmo. Que absurdo!

E outra noite maravilhosa no paraíso do cursinho...

E daí eu convido o Samus pra ir ao cursinho, pois não temos professor de Geografia. E o Ricardo, coordenador, não aparece... Fiquei com mó cara lá. Tadinho do Samus, embora a Rose tenha achado bom ele sair de casa, foi até lá pra nada. Ao menos deu risada conosco e conheceu a Luana e o Vitor - meus colegas de cursinho. Pelo menos ele riu... Fiquei mó sem graça, ele foi até lá pra nada... que horror!

Duas aulas de química. Um saco as pessoas perguntam toda vez as mesmas coisas - quando ela está ditando. Poxa, não pode ser que ninguém saiba acompanhar quando ditem... Minha paciência dura pouco nesses casos. Tudo bem que eu ando meio sem paciência pra tudo...



Nha, nem tenho muito o que escrever. Eu já escrevi demais por hoje, em comunidades do orkut pra resolver esse problema de Copycat... já me estressei muito. Preciso de textos melhores pra por aqui, coisas felizes e intrigante ^^