domingo, 13 de novembro de 2011

O Replicante Kyu no Pena Mágica

Ai que lindo. Fui convidada pra fazer parte de um blog pra escritos soltos. Convite feito pela Raila, eu fiquei feliz. ^^ O blog é composta pela Raila-chan, Luh-chan e Cah-chan. Estou em boa (ótima) companhia.

Também, primeira vez que vou por material original no ar. Eu tenh0o algumas coisas perdidas em cd's e cadernos. Gostei, afinal, meu nii-chan fica insistindo pra que eu escreva mais e não fanfics. Quem sabe não é esse o destino? Embora eu goste de escrever fanfics, mas na atual conjuntura, não tá valendo muito a pena - faço mesmo porque eu gosto.

Enfim, pro Pena Mágica, embora não esteja decidida que textos lançar, eu comecei com um conto em primeira pessoa (omg!) em universo cyberpunk. Eu queria saber escrever, mas sei que só vou saber escrever se, de fato, eu escrever. Então vamos ver.

O primeiro conto fala de um policial apaixonado por um robô. Eu gostei deles. Vou escrever mais. Desisto dessa coisa de contar apenas uma história por personagens que eu gosto, eles merecem mais - de que forma merecem, eu não sei, mas merecem. Talvez melhorar o cenário, talvez melhorar o protagonista. Não sei ainda o que pretendo melhorar.

Pra ler esse primeiro conto - E ainda o amava...

Claro que seria mentira dizer que não tive inspiração pro conto. Tive sim, ela veio de um coreano que eu não conhecia e só conhecia porque fui ver o comeback do FT Island e esse cara se apresentou. A música dele, não sei explicar, de alguma forma me deixa saudosista e me lembrou "Blade Runner". Talvez sejam os suspensórios, eu não sei definir, porque eu escutei outras músicas dele e é sério, esse homem é um replicante (ah, você não sabe o que é? Clica aqui pra saber). E quem é que consegue explicar essas impressões ne?

De qualquer modo, Kyu me emprestou sua aparência pro conto. E o antigo grupo que ele fazia parte SS501, a seriação pro robô. Segue a música dele legendada - que você pode ver AQUI (incorporação foi retirada pela pessoa que postou o vídeok, portanto devemos respeitar)

E aqui, uma apresentação dele. Não foi a primeira que eu vi, mas em TODAS eu acho que ele é um replicante (Deuses, nunca vou conseguir desassociar essa imagem).

Together

Ah depois que conheci essa banda, formada por dois canadenses que moram no Japão, nunca mais larguei. Primeiro porque os irmãos Plant tem um sotaque delicioso e é super fofo ouvi-los cantar, tanto em inglês como em japonês. Segundo porque as músicas são muito legais. Terceiro porque são as pessoas mais ativas (que eu vi, vale frisar) em arrecadar recursos para as vítimas do terremoto terrível do Japão.

Aqui uma das minhas favoritas do Monkey Majik - Together. O clipe é muito bonito, com uma fotografia linda.


Aqui a letra da música em romanji:

Moshi kono senaka ni
Tsubasa ga attara
Imasugu kimi ni
Todoketai afuredasu shiawase wo

Moshi kono senaka ni
Tsubasa ga attara
Imasugu kimi ni
Todoketai afuredasu shiawase wo

Soyogu kaze ni nori
Hikari kagayaku mirai wo
Together ITSUMADEMO

Oh yeah

Yume ni miteita kono keshiki wo
Harmony mimi wo sumasete mireba
Iino kono miti de atteru
Itsumo fuande yurete ita no sa

Furikaeru koto wo shinai mama
Zuibun tooku made kitanda
Nani mo kamo hayasugitte kawarisugitte

This is never going to stop
We keep it on top
And be together

Moshi kono senaka ni
Tsubasa ga attara
Imasugu kimi ni
Todoketai afuredasu shiawase wo

Soyogu kaze ni nori
Hikari kagayaku mirai wo
Together ITSUMADEMO

I got this feeling keep inside of me
That it's a miracle
Deaeta kiseki wo
I don't believe that I'm alone (yeah)
You tried to tell and now I see Kimi wo wakatetandaNow I've open up my heart
I can't wait to hold you in my arms

Furikaeru koto wa dekitanara
Konnani tooku ni koretakara
Nani mo kamo hayasugitte kawarisugitte
This is never going to stop
We keep it on top
And be together

Moshi kono senaka ni
Tsubasa ga attara
Imasugu kimi ni
Todoketai afuredasu shiawase wo

Soyogu kaze ni nori
Hikari kagayaku mirai wo
Together ITSUMADEMO

I've tried to walk away
Always on the same old days
Every little step I take becomes my own
Kono kimoti Won't change won't fade away
Mou itidou you are the one for me
Kimi dake wo

Ima kono hitomi ni
Hirogaru sora wo
Ima sugu kimi ni
Todoketai natsukashii yorokobi wo

Kimi to itsumademo
Wasurekaketeta mirai wo
Together Forever ITSUMADEMO

Tanoshi hibi wo omoidasu yo yeah
ITSUMADEMO

Aqui a música pra quem quiser.

sábado, 12 de novembro de 2011

A Liga - Educação

Acabei de ver a A Liga sobre Educação. Eu gosto mesmo desse programa, assisto um e começo a ver outro...

Embora eles tenham tratado de diversos problemas, eu queria um pouco mais de profundidade. Mas o que foi mostrado foi bom.

Gostei bastante da parte do Thaíde (como era de se esperar *-*) que tratou de um estudante negro e pobre que quer entrar na USP em psicologia. Mostrou o lado dos estudantes que querem as cotas e porque. Bem legal esses estudantes defendendo e falando que a USP é elitista (ah vá?) e que não tem negros (jura? que coisa...).

Embora o problema não seja bem esse (e não descarto o problema, só não dou tanta importância). Como foi apontado, o problema é a educação de base, que não fornece o suficiente pros candidatos da escola pública conseguirem seu ingresso na faculdade.

Eu estudei em cursinho popular e via a dificuldades dos meus colegas. Já tinha deixado a escola há 10 anos e eles, que ainda cursavam, não faziam ideia do que os professores estavam falando.

Dentro do programa, nessa parte do Tháide, ele estava com um jovem que quer entrar na USP. Não vou dizer que não fiquei emocionada pelo esforço dele, eu acho que todo mundo tem que tentar, mesmo que falhe da primeira vez e na segunda. Espero que ele e outros, consigam realizar o sonho de estudar numa faculdade pública, afinal, é parte do nosso direito.

Na parte do Rafinha, ele estava acompanhando uma pessoa analfabeta. Uma senhora de 50 anos. É claro que eu sei o quanto não saber ler é prejudicial e tudo mais, mas a verdade é que nunca tinha parado pra me por no lugar dessas pessoas. É tão natural decodificar os signos e entendê-los, que é difícil se imaginar como uma pessoa que não consegue. Como apontado pela própria senhora e por uma outra que estava fazendo parte do programa de alfabetização, eles são cegos.

E é estranho pensar que 14% da população brasileira é cega (por ser analfabeta). É estranho, porque como educadores, existe essa preocupação no preparo do aluno para a compreensão de nossas aulas. E é estranho porque, devido a diversos problemas, a pessoa não teve a oportunidade de estudar de forma adequada (quando teve a oportunidade disso).

O que eu mais gosto na "A Liga" são esses exemplos que eles trazem pro programa. Como eu disse, não é aprofundado nem nada, mas a diversidade trazida é o que me atrai pra continuar assistindo. E olha que eu comecei a ver só pelo Thaíde - e continuo ainda por ele *-*

A Liga disponibiliza seu material no site. É assim que eu assisto ^^

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Mother - A Busca Pela Verdade

Teve uma amostra de filmes durante as minhas férias em Sampa e fui ver esse filme com a Kitty-chan - porque ela queria ver esse filme. A temática era vingança, mesmo que fosse bem subliminar nos filmes que assisti. Foi uma seleção de filmes interessantes, vou procurar alguns deles depois pra assistir (como a trilogia da vingança do Park Chan-Wook).

Resolvi falar desse filme porque ainda me lembro deles e assim não precisarei assistir novamente pra escrever aqui.

  • Título Original: Madeo
  • Traduzido para: Mother - A Busca Pela Verdade
  • Ano: 2009
  • Direção: Jooh-ho Bong
Sinopse: O filme conta a história de um jovem deficiente mental, vivido pelo ator Won Bi, que é preso acusado de matar uma estudante da pequena cidade onde vive. O jovem é incapaz de negar ou confirmar o assassinato, apesar de comprovado que ele estava na cena do crime. Sua única esperança reside em sua mãe, interpretada por Kim Hye-ja, uma das atrizes mais respeitadas da televisão coreana, superprotetora e obstinada tentará de todas as maneiras provar a inocência do filho. Bong Joon-ho usa o terror por meio de um quotidiano repleto de personagens bizarros, momentos de humor e diálogos inusitados que contribuem em um suspense diferente dos outros. (retirado do site Asian Space)

A primorosa atuação de Kim Hye-Ja já mostra a ligação de idolatria mãe-filho a história inteira. Em muitos momentos, a relação é tão exacerbada que fiquei um pouco surpresa com as atitudes da protagonista.

O filme tem uma fotografia bonita e tomadas excelentes. Seu enredo não é leve e o envolvimento das personagens é muito intenso. A dedicação da mãe em buscar a verdade e tirar o filho da cadeia, mesmo que ele não lembre bem dos eventos da noite do assassinato, é instigante. Conforme ela avança em suas buscas pela verdade, um imenso quebra-cabeça vai se montando, com ligações sombrias dos outros personagens e relações de descaso.

Eu gostei muito do Jin-Tae, amigo do Do-Joon, e que ajuda a mãe em uma parte da investigação. Ele não é nada confiável, mas eu gostei muito do laço de amizade dele - mesmo que isso possa ser discutido, já que ele cobrava pra ajudar. Mas a cena dele no parque de diversões abandonado é violenta e realista... Eu adorei.

Gostei bastante do filme. Fui sem saber bem do que se tratava e gostei da forma de narração, dos ângulos usados, dos diálogos carregados de informações. Filme recomendado pra quem gosta de thriller de suspense e de cinema asiático.

Achei essa informação sobre o título do filme - a fonética de "mãe" e "murder" são soletradas da mesma forma quando traduzidas dos caracteres coreanos. O título do filme ("Madeo") é uma brincadeira e sugere mesmo tanto "Mother" como "Murder".

Clique aqui para ver as premiações indicadas e os prêmios que "Mother" levou.





SPOILER



Pensamos sobre a vingança no filme. Chegamos a algumas conclusões e principalmente sobre a morte da garota. Porque se a temática da mostra era vingança, precisávamos vê-la dentro do filme. Por essa razão, eu acredito que a vingança tenha sido o estopim pro assassinato da garota.

Quando a mãe acha uma pessoa que pode lhe contar o que aconteceu naquela noite - já que Do-Joon não consegue se lembrar claramente, pra mim, ficou claro que foi por vingança que a menina foi morta. O que houve depois a ela foi apenas uma construção na mente do Do-Joon, que ainda se perguntou o porque de terem exposto o corpo.

O final foi surpreendente, ao descobrir que o "namorado" da menina (Crazy JP) era um portador de síndrome de down e a naturalidade com que ele tratou o crime. Essa cena foi preciosa porque a Hye-Ja conseguiu expressar tão bem todos os sentimentos conflitantes que estão dentro dela.

Como o final do filme não é objetivo em relação a quem matou a garota, eu prefiro acreditar que foi Do-Joon por vingança; a garota o ofendeu e o filme já vinha mostrando que ele sempre reagia mal quando alguém o xingava. Mas acredito que cada um possa ter sua própria conclusão, baseada em outras informações dadas pelo filme.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Survival Of The Dead

Assisti esse filme ontem de madrugada. Estou na minha febre de ver sobre zumbis. Tenho muitos filmes no PC e preguiça pra assistir. Antes de ver esse, assisti "Diário dos Mortos" que seria o antes desse. Demorei pra ver o filme, o Max já tinha assistido e me contou sobre ele.

Esse é o sexto filme da saga de mortos-vivos do Romero. É sempre bom conhecer todo o trabalho dele.
  • Título Original: Survival Of The Dead
  • Ano: 2009
  • Direção: George A. Romero
Sinopse: Em um mundo onde os mortos se revoltaram contra os vivos, o soldado Crocket (Alan Van Sprang) comanda um grupo de militares dispostos a se refugiar desse caos sem fim. Enquanto eles buscam um lugar “onde as fezes não o alcançarão” eles encontram Patrick O’ Flynn (Kenneth Welsh), um patriarca banido, que promete a eles um novo Eden, com pescaria e rancho na ilha Plum. Os homens chegam ao local, somente para se verem numa batalha entre a família O’Flynn e a família rival, Muldoons. Eles descobrem que Patrick foi expulso da ilha por acreditar que zumbi bom é zumbi morto, enquanto os Muldoons acreditam que seja errado despachar seus entes queridos, enquanto buscam uma cura para o mal. Mas a busca por uma instabilidade dos Muldoons se tornou perversa: eles mantém os zumbis presos em suas moradias, acreditando que estão tendo uma vida normal – e as consequências são sangrentas. Uma desesperada busca por sobrevivência irá determinar a maneira como os mortos e os vivos poderão coexistir. (retirado de Cine Medo)

O soldados da história já fizeram sua aparição em "Diário dos Mortos" (eu falei dele aqui), filme anterior a história contada aqui. Romero traz a cena do encontro nesse filme e nos recordamos do momento.

Eu assisti o filme e fiquei pensando "WTF?" a cada diálogo ruim. Não que o filme seja ruim, ele não é ruim, mas pra mim, foi uma decepção. Esperava mais, uma crítica afiada, até diálogos consistentes. Não vi nada disso. Mas pra quem gosta de zumbi, são os zumbis do Romero e vê-los andando é sempre uma atração a parte.

A história se concentra nessa questão de rivalidade entre as famílias da ilha e de como cada um dos representantes julga como tratar os zumbis. A desculpa de Muldoon para manter os zumbis vivos (ou seja, sem alvejá-los) era que alguém encontraria a cura pra salvar os entes queridos, mesmo que ele não trate com tanto apreço todos os zumbis da ilha. Por um lado, eu pensei que era mesmo possível que alguém pense nisso, afinal, não deve ser nada fácil ver seus parentes levantando-se como zumbis e querendo comê-lo vivo. Pensei que talvez alguém fizesse o que ele fez, alguns filmes mostraram isso, pessoas mantendo seus parentes zumbis confinados. E por outro lado, pensei que isso não fazia sentido, essa espera por uma cura sendo que dá pra perceber que a pessoa está morta e apodrecendo.

Ter zumbis acorrentados em sua casa? Já pensou no cheiro disso?

Muldoon queria domesticar os zumbis para que eles comessem carne de outros animais e abandonassem a dieta humana. Teoricamente, eu pensei que os zumbis comessem tudo que está vivo. (Afinal, no universo de "A Volta dos Mortos Vivos" é que os zumbis comem miolos humanos, mas nos demais, eles comem tudo). Pensei sobre essa ideia e depois me vi do lado do O'Flynn: atira logo nesse zumbis e acabe com o sofrimento deles.

O filme podia ter sido mais profundo. Uma pena. Gosto muito do trabalho do Romero, mas não achei esse filme lá grandes coisas.

O trailer segue abaixo:


Das cinzas

Não, eu não morri.
Apenas preguiça de vir postar.
Meu niichan me cobrou posts, achei estranho que ele lesse meu blog, e desde então, venho pensando nisso com carinho.

Vi alguns filmes e li algumas coisas.
Melhor escrever sobre elas antes que eu esqueça. Minha memória é ruim, esse blog serve pra me lembrar de muita coisa.

Queria ter uma constância maior, mas não tenho. E também não tenho foco.
Então, fica largado assim mesmo.

Voltarei aos filmes, doramas, fanfics e zumbis. Quando reler o que escrevi, voltarei a lembrar de como foi e se minha opinião ainda é a mesma.

sábado, 25 de dezembro de 2010

Madrugada dos Mortos

Eu queria escrever sobre esse filme, mas não o fiz antes porque estava com preguiça. Como eu o revi ontem a noite, achei que era algum tipo de sinal e vim falar sobre. Detalhe, eu vi dublado (porque o canal Space tem a política de passar filme dublado) e não recomendo, a voz da Anna é irritante.

Pra quem não sabe, e pode ter alguém que venha ler isso e não sabe, esse filme é um remake do Dawn Of The Dead (aqui conhecido como Madrugada dos Mortos) de 1978, filme do Romero, continuação de Night Of The Livin' Dead (Noite dos Mortos Vivos). Claro, os filmes do Romero sempre vem carregados de criticas sociais. Essa refilmagem deixou um pouco a desejar nisso, na critica ao consumismo, mas ao menos, mostrou que o ser humano é adaptável e pode se acomodar em diversas situações - mesmo com centenas de mortos querendo devorá-los.
  • Título Original: Dawn Of The Dead
  • Traduzido para: Madrugada dos Mortos
  • Ano: 2004
  • Direção: Zack Snyder
Sinopse: Anna é uma jovem enfermeira, que após voltar pra casa de um dia de trabalho, acorda pra um mundo onde os zumbis estão por todos os lados devorando as pessoas. Consegue fugir de sua casa e conhece o policial Kenneth depois. Acabam indo se refugiar num shopping com outros sobreviventes e por algum tempo, eles esquecem que estão cercados de zumbis e que nenhuma ajuda virá. O esconderijo não é perfeito, logo acaba a comida e o grupo se vê obrigado a sair de lá para conseguir sobreviver.

Essa sinopse é minha. O filme é mais ou menos isso.

Como todo filme de zumbi, os zumbis não são os protagonistas, eles são apenas a causa do apocalipse. Numa situação tão desesperadora como essas, logo as personagens se acomodam e mostram seu lado mesquinho e pequeno, e outras que evoluem com a situação, modificando suas atitudes e percebendo que salvar os outros pode significar se salvar no final - claro, ninguém precisa ser perfeito, o desafio é sobreviver de qualquer forma.

A agilidade da narração não permite que os personagens lamentem. Eles precisam tomar decisões rápidas e sábias, não tem tempo pra lamentações.

Eu até gosto do filme, da narração e dos personagens. Só não gosto muito da ideia de zumbis correrem. O fato deles existirem já causa um mal estar, eles correndo desesperadamente atrás de você, não dá. No final, eu penso que esse fator é só pra mostrar que não tem como alguém sobreviver. Você vai cansar, você vai desistir, você vai ser devorado. Essa expectativa não é atraente.



Vou ver o filme original agora. Se ainda tiver ânimo, eu venho postar aqui.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Novo layout

Depois de muito lutar pra ter alguma inspiração, mudei o layout. Eu ia continuar com o Kaikan Phrase, mas resolvi ceder espaço a um dos meus animes yaoi favoritos: Junjou Romantica. Não só isso, como meu casal favorito: Hiroki e o Nowaki.

Sou mesmo sem ideias pra criar imagens... Fica assim mesmo.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

O Golpista do Ano

O amigo do meu irmão deixou uns filmes aqui em casa. Tava sem nada pra fazer, fui ver um deles. Por sorte eu achei esse sobre um casal gay. A primeira vez que ouvi falar desse filme, foi a Brisa que me falou enquanto estávamos na Estrela. Ela sabia que eu ia gostar, já que tem temática gay.

Fiquei surpresa por se tratar do Jim Carrey. Ele não me parecia alguém que faria um filme assim. Pelo o que eu li a respeito, ele pediu um cache baixo para que o filme pudesse ser terminado. Ele queria mesmo que o filme saisse.
  • Nome: I Love You Phillip Morris
  • Português: O Golpista do Ano
  • Ano: 2009
Sinopse: Steven Russell é um policial texano que decide assumir sua homossexualidade. Porém logo descobre que, para ser gay, é preciso ter muito dinheiro. Ele passa a realizar diversas trapaças e fraudes, de forma a manter seu alto padrão de vida. Ao ser preso, Steven é levado a uma penitenciária estadual. Lá conhece Phillip Morris, seu companheiro de cela, por quem se apaixona. A partir de então Steven passa a fugir e ser preso diversas vezes, sempre agindo em nome de seu amor. (retirada do Adoro Cinema)

Bem que esse resumo tah bem porco, mas não importa. O que acontece é que Steven sofre um acidente e depois disso, resolvi assumir tudo em sua vida. Inclusive sua homossexualidade. Acaba se mudando pra Florida e conhece o Jimmy (Rodrigo Santoro) e tem um relacionamento com ele.


Só que Steven percebe que ser gay no padrão que ele deseja, custa muito caro. Assim, de um policial ele passa a ser um trapaceiro. de seguros. Assim, ele acaba preso e um dia, vê o lindo Phillip Morris na prisão. Seu interesse é genuíno e Steven faz de tudo pra conquistar Phillip. Acabam se relacionando. Steven sai da cadeia e atua como advogado para libertar Phillip.

Após um golpe milionário, Steven é preso novamente e Phillip termina com ele. Tem uma sequencia de fugas de Steven da cadeia muito boa, mostrando só inteligência e observação do personagem.

A atuação do Ewan foi ótima. Ele fez o Phillip ingênuo, apaixonado e meigo. Os olhares e os gestos precisos deixaram o Phillip ótimo. Foi meu personagem favorito do filme. =)

Eu li algumas criticas e resenhas do filme. Falavam que estava cansativo e tudo mais. Confesso que uma parte estava mesmo, mas foi só por pouco tempo, nem 10 minutos de filme. A inteligência do Steven conseguiu prender a minha atenção - mesmo com o Jim envelhecido no filme. E o Rodrigo teve uma atuação boa também, com um inglês tão bonitinho, e uma afetação na voz.


Sou preguiçosa demais. Vi tantos filmes, deveria ter comentado pra que eu possa lembrar deles o.O

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Versos de um rap

O que é, o que é?

Clara e salgada,
cabe em um olho e pesa uma tonelada.
Tem sabor de mar,
pode ser discreta.
Inquilina da dor,
morada predileta.
Na calada ela vem,
refém da vingança,
irmã do desespero,
rival da esperança.
Pode ser causada por vermes e mundanas
ou pelo espinho da flor,
cruel que você ama.
Amante do drama,
vem pra minha cama,
por querer, sem me perguntar me fez sofrer.
E eu que me julguei forte,
e eu que me senti,
serei um fraco quando outras delas vir.
Se o barato é louco e o processo é lento,
no momento,
deixa eu caminhar contra o vento.
Do que adianta eu ser durão e o coração ser vulnerável?
O vento não, ele é suave, mas é frio e implacável.
(E quente) Borrou a letra triste do poeta.
(Só) Correu no rosto pardo do profeta.
Verme sai da reta,
a lágrima de um homem vai cair,
esse é o seu B.O. pra eternidade.
Diz que homem não chora,
tá bom, falou,
ou vai pra grupo irmão aí,
Jesus chorou!

- Jesus Chorou - Racionais MC's

Acho muito legal esses primeiros versos dessa música.

Conhecer essa música aqui >> Jesus Chorou